segunda-feira, 2 de março de 2009

simples quanto um pão com manteiga

Hoje acordei assim.. meio falante (calada) querendo que me leiam.. mesmo qualquer palavra publicada não pode ser desvendada.. não pode ser interpretada.. porquê eu realmente não quero que isso aconteça.. porquê eu só preciso agora.. de mim! Estou tentando me encontrar por aqui.. nesse refúgio que criei.. espero que alguém queira me acompanhar.. eu gosto daqui porque aqui é quieto.. não ouço vozes nem sinto abraços,apenas o preenchimento das minhas palavras em cada canto desse blog. Queria poder dizer tanta coisa.. explicar tanta coisa mal compreendida, e achei por meio desse texto simples e cansado poderia escrever que certos soluços poéticos e melodias não saem do meu coração.. pelo contrário elas permanecem bem vivas a ponto de me corroer em todos os sentidos. Essas palavras me consomem e me alimentam,ao mesmo tempo que tomam minha vida.. só quero dizer que amo.. e ainda estou viva.. e que enquanto estiver viva, continuarei amando, porque é disso que eu sou feita, de amor.

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