
"Vês, essas árvores
Que na estrada passam por nós (estáticas)
Não são essas caricaturas plásticas
Que encontramos por aí.
Vês, essas caricaturas eclesiásticas
Que parecem tão somáticas,
E mal cabem dentro de si.
Eu vi por aí, uma criatura fantástica,
E por fatalidade drástica
Que o rosto (por infelicidade) mesqueci.
Vês, depois do amanhecer,
Quando não houver m'ais motivos pra adoecer
Esses meus olhos que não mais abri.
Cobriste-me,
E, no entanto tuas lágrimas (prudente insistência)
Diziam que só(mente) adormeci."
(Dedicatória insensível insiste em não aparecer!)


