Quero simmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm
VOCÊS TUDO QUEREM ME DEIXAR LOUCA!!!!!
POR FAVOR!!!
PAREM COM ISSO!!!!!
POR FAVOR"!!!!!!!!!!!! PAREM COM ISSSOOOOOOOO
POR FAVORRRRR
PAAAAREM COM ISSOOO
VOCÊS ESTÃO ME ENLOUQUECENDOOOO
PARA POR FAVOR!!!!!
NÃO AGUENTO MAIS!!!!!
NÃO QUERO MAIS
QUERO MAIS
NÃO QUERO!!!!! PARA
ME DEIXA SOZINHA!!!
NÃO ME DEIXA...
PORQUÊ FAZEM ISSO COMIGO????????
PORQUÊ!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Só peço pra pararem... só peço que me deixem... se afastem
se juntem
me juntem
meus pedaços...
POR FAVOR!
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
sábado, 26 de dezembro de 2009
O Mal por uma cura.
E instantâneamente, logo após um estrondoso grito, o último gole do veneno. Ele arregalou os olhos de tal forma a qual hesitavam em saltar das órbitas, como quem implora pra que o amor de sua vida fique. Mas o antídoto estava a metros de distância quando ele resolveu deitar-se no chão quente do inferno que o consumia. Agonizou algumas lágrimas, não as de tristeza, mas as lágrimas do calor que o abatia. Sentou no chão com os cotovelos apoiados um em cada joelho olhou pro infinito e limitado teto e esperou morrer.
Assim que acordou, viu-se em meio à cigarros e isqueiros, acendeu um e outro apenas pra se divertir, admirou o horizonte pela janela, notou que já não haviam mais flores, e dentro de si mesmo se calou com um " bem vindo de volta ao inferno."
Assim que acordou, viu-se em meio à cigarros e isqueiros, acendeu um e outro apenas pra se divertir, admirou o horizonte pela janela, notou que já não haviam mais flores, e dentro de si mesmo se calou com um " bem vindo de volta ao inferno."
Teste das Cores
" O Teste das Cores é um instrumento de avaliação de personalidade que consiste em obter informações sobre a personalidade mediante suas preferências e rejeições à cores.Esta avaliação é situacional, portanto o resultado dependerá exclusivamente das suas opções, seja sincero para que o resultado esteja de acordo com a sua situação real."
(endereço no título)
Naty
Como você opera, age, frente aos seus objetivos e desejos:
Quer compensar o que sente ter perdido, vivendo com exagerada intensidade; acha que assim pode libertar-se de todas as coisas que o oprimem.
Está sofrendo de superestimulação contida, que ameaça descarregar-se numa explosão de comportamento impulsivo e arrebatado.
Suas preferências reais:
Procura uma ligação íntima e compreensiva em atmosfera de intimidade compartilhada, como proteção contra ansiedade e conflito.
Sua situação real:
Sente que não pode fazer muito, quanto aos seus problemas e dificuldades presentes, e que deve conformar-se com as coisas como são. É capaz de conseguir satisfação através da atividade sexual.
O que você quer evitar:
Interpretação fisiológica: Tensão e ansiedades resultaram de desapontamento emocional.
Interpretação psicológica: Uma relação emocional não está mais correndo bem, revelou-se profundamente decepcionante e é agora considerada ligação deprimente. Enquanto que, por um lado, gostaria de libertar-se completamente dessa ligação, por outro, nada quer perder nem correr os riscos de incerteza e de eventual possibilidade de maior desapontamento. Essas emoções contraditórias agravam-se a tal ponto que tenta anulá-las debaixo de uma atitude distante e severa. Oprimem-no a tal ponto que tenta ignorá-las sob uma atitude apática e circunspeta.
Em suma: Tensão oriunda de desapontamento emocional.
Seu problema real:
Ansiedade e insatisfação contínua, quanto às circunstâncias ou quanto aos fracassos emocionais, têm provocado grande tensão. Procura fugir a elas através de atividade intensa visando ao êxito pessoal ou a experiências diversificadas.O desapontamento e o medo da impossibilidade de formular novas metas têm-no levado à ansiedade, a um vazio e a um desprezo inconfessado a si mesmo. Sua recusa em reconhecer essa situação leva-o a adotar uma atitude voluntariosa e desafiadora.
(endereço no título)
Naty
Como você opera, age, frente aos seus objetivos e desejos:
Quer compensar o que sente ter perdido, vivendo com exagerada intensidade; acha que assim pode libertar-se de todas as coisas que o oprimem.
Está sofrendo de superestimulação contida, que ameaça descarregar-se numa explosão de comportamento impulsivo e arrebatado.
Suas preferências reais:
Procura uma ligação íntima e compreensiva em atmosfera de intimidade compartilhada, como proteção contra ansiedade e conflito.
Sua situação real:
Sente que não pode fazer muito, quanto aos seus problemas e dificuldades presentes, e que deve conformar-se com as coisas como são. É capaz de conseguir satisfação através da atividade sexual.
O que você quer evitar:
Interpretação fisiológica: Tensão e ansiedades resultaram de desapontamento emocional.
Interpretação psicológica: Uma relação emocional não está mais correndo bem, revelou-se profundamente decepcionante e é agora considerada ligação deprimente. Enquanto que, por um lado, gostaria de libertar-se completamente dessa ligação, por outro, nada quer perder nem correr os riscos de incerteza e de eventual possibilidade de maior desapontamento. Essas emoções contraditórias agravam-se a tal ponto que tenta anulá-las debaixo de uma atitude distante e severa. Oprimem-no a tal ponto que tenta ignorá-las sob uma atitude apática e circunspeta.
Em suma: Tensão oriunda de desapontamento emocional.
Seu problema real:
Ansiedade e insatisfação contínua, quanto às circunstâncias ou quanto aos fracassos emocionais, têm provocado grande tensão. Procura fugir a elas através de atividade intensa visando ao êxito pessoal ou a experiências diversificadas.O desapontamento e o medo da impossibilidade de formular novas metas têm-no levado à ansiedade, a um vazio e a um desprezo inconfessado a si mesmo. Sua recusa em reconhecer essa situação leva-o a adotar uma atitude voluntariosa e desafiadora.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Cadê?
Meu amor! Onde está você que não está aqui pra me tirar desse sufoco?
Onde está você pra me livrar desse mundo oco!
Ninguém além de ti me traz canções,
Só me trazem a raiva de ter raiva de alguem que não sou eu!
Onde está você, onde está eu?
Onde em meio à isso nós ficamos?
Onde fica aquele tempo em que nos amamos?
Uns se foram pra bem longe,
e outros que aqui estão mudaram de casa,
uns chegam na hora, e se ausentam,
e tem sempre um que se atrasa,
e tem você que não está aqui,
pra me livrar de tudo isso,
e é por isso que hoje grito,
VEM ME BUSCAR, ME TIRA DISSO!
Onde está você pra me livrar desse mundo oco!
Ninguém além de ti me traz canções,
Só me trazem a raiva de ter raiva de alguem que não sou eu!
Onde está você, onde está eu?
Onde em meio à isso nós ficamos?
Onde fica aquele tempo em que nos amamos?
Uns se foram pra bem longe,
e outros que aqui estão mudaram de casa,
uns chegam na hora, e se ausentam,
e tem sempre um que se atrasa,
e tem você que não está aqui,
pra me livrar de tudo isso,
e é por isso que hoje grito,
VEM ME BUSCAR, ME TIRA DISSO!
A Loucura do amor de Lira

E Lira caminhando no bosque, pensativa continuava sem entender... que mesmo com toda briga e toda essa separação, toda essa confusão, esse ódio desenfreado, não importa o que acontecesse, fazia com que ela escrevesse belas poesias de amor, mesmo que todo o mundo caísse sobre a cabeça dos dois, mesmo que eles próprios pensassem que tudo estava perdido, ainda assim, com lágrimas nos olhos ela escrevia suas canções...
Ainda mesmo que ele a perturbasse, era nele que ela pensava nas noites de solidão, ou até mesmo nas noites em que estava acompanhada. Um amor que ultrapassa o grau de crueldade da donzela que amou seu assassino, da vítima que sente saudades da psicopatia de quem a machucou, ja era algo divino e além das linhas do querer, e apenas querer, era algo que nem o nada depois da morte seria capaz de derrubar no escuro da imensidão.
Era uma palavra que ainda não existe.
Era bom, era mau.
"Pois és o único que em toda poesia
se revela.
Meu amor inseparável.
Tua canção no meu peito,
tua ternura em meu sonhar.
Meu amor,
Meu mais belo poema!"
Gritava Lira "poraí" saltitante e destemida, olhando fixo na cara do belo pássaro literato, ou de algum bichinho que ousasse subir em suas pernas, daqueles bichinhos que apenas sabem subir nas coisas, sem pensar no que exatamente vão fazer quando alcançar o topo. Pensou gritar na caverna do pequeno ogro covarde, mas esperou que o mesmo se ocupasse com coisas fúteis como comer a suculenta coxinha de alguma menininha indefesa.
Gritava pra a grande árvore folheada de ouro que lhe dava maçãs vermelhinhas e lustrosas todas as manhãs, gritou para todas as rosas escutarem, gritou também para a margarida que enfeitava a janela... dele. Bradou aos pedaços nos ouvidos de quem apenas responderia: "menina louca!"
E por fim, caiu no cansaço, em meio às folhas secas... com uma doce lágrima, sussurrando "meu amor..."
No embalo das lágrimas de Lira, sapos e algum beija-flor florido e perfumado dançavam à sua volta num ritmo lento e sugestivo. Adormeceu ali, nas pedrinhas e folhinhas... sem forças, esperando...
o amanhã.
Ainda mesmo que ele a perturbasse, era nele que ela pensava nas noites de solidão, ou até mesmo nas noites em que estava acompanhada. Um amor que ultrapassa o grau de crueldade da donzela que amou seu assassino, da vítima que sente saudades da psicopatia de quem a machucou, ja era algo divino e além das linhas do querer, e apenas querer, era algo que nem o nada depois da morte seria capaz de derrubar no escuro da imensidão.
Era uma palavra que ainda não existe.
Era bom, era mau.
"Pois és o único que em toda poesia
se revela.
Meu amor inseparável.
Tua canção no meu peito,
tua ternura em meu sonhar.
Meu amor,
Meu mais belo poema!"
Gritava Lira "poraí" saltitante e destemida, olhando fixo na cara do belo pássaro literato, ou de algum bichinho que ousasse subir em suas pernas, daqueles bichinhos que apenas sabem subir nas coisas, sem pensar no que exatamente vão fazer quando alcançar o topo. Pensou gritar na caverna do pequeno ogro covarde, mas esperou que o mesmo se ocupasse com coisas fúteis como comer a suculenta coxinha de alguma menininha indefesa.
Gritava pra a grande árvore folheada de ouro que lhe dava maçãs vermelhinhas e lustrosas todas as manhãs, gritou para todas as rosas escutarem, gritou também para a margarida que enfeitava a janela... dele. Bradou aos pedaços nos ouvidos de quem apenas responderia: "menina louca!"
E por fim, caiu no cansaço, em meio às folhas secas... com uma doce lágrima, sussurrando "meu amor..."
No embalo das lágrimas de Lira, sapos e algum beija-flor florido e perfumado dançavam à sua volta num ritmo lento e sugestivo. Adormeceu ali, nas pedrinhas e folhinhas... sem forças, esperando...
o amanhã.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Grande Festa - Parte I
(música para acompanhar : http://www.youtube.com/watch?v=AbcwOHvoZbA)
Ergam-se cavaleiros!
As damas estão na mesa à esperar!
Ao lado, copos e cervejas!
Venham todos se sentar!
A festa dança como todos,
Todos comem, logo dançam,
Há uns que ficam parados
E tem outros que ali avançam,
Chega mais, belo rapaz!
De longas tranças douradas pelo ombro,
Que assombro, lindo esses teus olhos
Tão brilhantes como o ouro!
Larguem suas armas, Sua vingança,
Tirem esses mantos de couro,
Dançem, cantem, furniquem à vontade!
Bebam à vontade!
Gritem à vontade!
Segure a mão da bela dama,
Elogie seu vestido cor de estopa,
Liberte seus longos cabelos,
Tire toda sua roupa... é festa!
É esta,
Ou aquela mais acanhada,
E no fim da grande noite,
Volte para sua amada.
(Mais um Video: http://www.youtube.com/watch?v=yGywo81G6lk&feature=fvst)
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
falAR NO que sinto.
"Se não fosse tua poesia!
Ah se ela não me desse esse toque,
Esse nó que assovia escuridão e me entorpece,
Violentaria a pureza do meu amor todo dia!
Ah se teu poema não embalasse meu sono,
Se tua canção assim não quisesse,
Seria como a morte de uma mãe,
Que no peito esmorece!
Se teus mágicos dedos não andassem
Nessas linhas disformes das folhas,
Alteraria todas minhas cores,
Desmancharia minhas escolhas.
Se tudo de ti não fosse tão verdadeiro
O derradeiro amor de mim mesma,
Também esmoreceria no peito.
Se tudo o que leio e alegro
Me tocasse tanto quanto cada letrinha tua,
Mandaria cada parte de mim,
Se perder feliz pela rua,
Se nenhum poema insistisse
Em toda essa vermelhidão,
estaria então,eu, sem cores,
E não estaria sentada pensando,
Que sou apenas mais uma,
Entre todas as flores."
( Dedicado a Arno )
Ah se ela não me desse esse toque,
Esse nó que assovia escuridão e me entorpece,
Violentaria a pureza do meu amor todo dia!
Ah se teu poema não embalasse meu sono,
Se tua canção assim não quisesse,
Seria como a morte de uma mãe,
Que no peito esmorece!
Se teus mágicos dedos não andassem
Nessas linhas disformes das folhas,
Alteraria todas minhas cores,
Desmancharia minhas escolhas.
Se tudo de ti não fosse tão verdadeiro
O derradeiro amor de mim mesma,
Também esmoreceria no peito.
Se tudo o que leio e alegro
Me tocasse tanto quanto cada letrinha tua,
Mandaria cada parte de mim,
Se perder feliz pela rua,
Se nenhum poema insistisse
Em toda essa vermelhidão,
estaria então,eu, sem cores,
E não estaria sentada pensando,
Que sou apenas mais uma,
Entre todas as flores."
( Dedicado a Arno )
E fica ali parado o sentimento de seguir, porque toda noite quando é cortante, na penumbra os pensamentos tornam-se luz, mas não uma luz que dê vontade nos ânimos de ir pra frente, é uma luz que cega e irradia angústia. De um lado tem os que te defendem mas nada modifica.
De outro lado tem aqueles que como militares em guerra te apedrejam pelos "erros", que como armas carregadas atiram palavras na cara, mas nem eles mesmos sabem os motivos que ali estão fazendo.
E por fim, tem os que fazem.
O corpo não acompanha mais os sentidos, nem a luz que cega está ali pra guiar, desacreditada sigo assim... uns são meus, outros não, uns seguem comigo, outros seguem sem mim, e também, há os que me seguem, e outros que são a luz que me cega.
domingo, 13 de dezembro de 2009
"E foste um difícil começo
Afasto o que não conheço
E quem vende outro sonho feliz de cidade
Aprende depressa a chamar-te de realidade
Porque és o avesso do avesso do avesso do avesso"
(Caetano Veloso)
Das duras poesias que leio
dos tapas, palavras que vejo.
Um soco na alma, então,
e penso comigo mesma,
se saio ou se fico na mesma,
se paro, se sigo em frente,
se digo a verdade enquanto todos mentem,
se digo te amo ou te quero,
se tu queres também,
mais outro alguém,
e comigo,
amigo, peço
Fica na tua,
se desfaço o recomeço me perco,
se procuro eu acho e choro,
só imploro, imploro,
me deixe,
pois a fraqueza do laço que aperto,
não tem nó, ainda assim é incerto
e guardo junto do peito,
meu leito, minha morte,
que sorte,
um amor sem fim, e não é meu.
Longe daqui está ele,
e vou-me embora para lá,
onde poderei ser você,
assim como você é para alguém.
Afasto o que não conheço
E quem vende outro sonho feliz de cidade
Aprende depressa a chamar-te de realidade
Porque és o avesso do avesso do avesso do avesso"
(Caetano Veloso)
Das duras poesias que leio
dos tapas, palavras que vejo.
Um soco na alma, então,
e penso comigo mesma,
se saio ou se fico na mesma,
se paro, se sigo em frente,
se digo a verdade enquanto todos mentem,
se digo te amo ou te quero,
se tu queres também,
mais outro alguém,
e comigo,
amigo, peço
Fica na tua,
se desfaço o recomeço me perco,
se procuro eu acho e choro,
só imploro, imploro,
me deixe,
pois a fraqueza do laço que aperto,
não tem nó, ainda assim é incerto
e guardo junto do peito,
meu leito, minha morte,
que sorte,
um amor sem fim, e não é meu.
Longe daqui está ele,
e vou-me embora para lá,
onde poderei ser você,
assim como você é para alguém.
sábado, 12 de dezembro de 2009

"Flores não precisam ser somente olhadas, flores também gostam de ser arrancadas quando se tem admiração, também gostam de enfeitar os olhos de quem as ama mesmo que esteja num jarro pútrido...
se for por um bom propósito
sempre é válido..
se for por um bom propósito
sempre é válido..
arranque as rosas...
as flores não falam... elas esperam que venha alguém e que as recolha
ou que pise nelas.."
"Me puxa,
me arranca,
me arranha,
me rega,
me pega,
me ganha!
Me tenha,
me venha,
me colha,
me pise,
me olhe,
me molhe,
me colhe,
me cheira,
me queira."
Rosa Vermelha
"Sou rosa vermelha que se cuida e se cheira,
No desaguar das gotas de amor,
O vapor da lareira no inverno
a brisa fria do verão no calor,
O canto, o pranto da diva,
nas noites de solidão,
Sou o palco, o aplauso a Lira
que encanta os deuses na doce canção,
a dor de quem ama e sofre
o cofre que guarda rancor
sou prece,
sou vingança,
maldição,
na sensibilidade de uma...flor."
No desaguar das gotas de amor,
O vapor da lareira no inverno
a brisa fria do verão no calor,
O canto, o pranto da diva,
nas noites de solidão,
Sou o palco, o aplauso a Lira
que encanta os deuses na doce canção,
a dor de quem ama e sofre
o cofre que guarda rancor
sou prece,
sou vingança,
maldição,
na sensibilidade de uma...flor."
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
aDORmecer com você
"Enquanto o galo canta,
à tarde a colega manda e desmanda,
Tu está por aí a vadiar!
De tarde quando a brisa é fria,
o moço da fruteira assovia,
estás com teu violão a tocar.
À tardinha quando estás com uma gente,
quando pensas que não sei que mente,
estou então, à te esperar.
À noite quando somos nós dois,
fica isso pra depois,
e pra ontem o AMAR.
Quando estou AQUI escrevendo,
e tu do meu lado, eu te vendo roncar...!
Me dá ânsia, mas uma ânsia...
de pegar tuas malas,
junto às tuas duas caras,
E com um riso te abandonar.
Agora, enquanto tu dormia
Com alguém eu sorria,
e tu, estava a sonhar...
E agora?! Eu sonho, e penso,
E te olho, apenas a suspirar
e suspirar...
Isso fere, mas... confere!
(Não mais)
Espere..."
à tarde a colega manda e desmanda,
Tu está por aí a vadiar!
De tarde quando a brisa é fria,
o moço da fruteira assovia,
estás com teu violão a tocar.
À tardinha quando estás com uma gente,
quando pensas que não sei que mente,
estou então, à te esperar.
À noite quando somos nós dois,
fica isso pra depois,
e pra ontem o AMAR.
Quando estou AQUI escrevendo,
e tu do meu lado, eu te vendo roncar...!
Me dá ânsia, mas uma ânsia...
de pegar tuas malas,
junto às tuas duas caras,
E com um riso te abandonar.
Agora, enquanto tu dormia
Com alguém eu sorria,
e tu, estava a sonhar...
E agora?! Eu sonho, e penso,
E te olho, apenas a suspirar
e suspirar...
Isso fere, mas... confere!
(Não mais)
Espere..."
VAI TOMA NO TEU CU MERDA FICA VENDO AS COISAS QUE EU TO FAZENDO
NÃO DÁ NEM PRA ENTRAR NO REDTUBE EM PAZ VAI TE FUDER
AhuAHUahAUHUAhua
EU VIM DESLIGA
Vou postar isso. eu escrevendo poesia e te mandando tomar no cu, que lindo!
uaAuhauHAuuaHUAhuahUA
ebuceta
hhahahha e tu só sabe rir!!!! MALDIÇÃO.
NTÃA O XAU
NÃO VOU POSTAR ISSO,
SOME!
(Meu irmão retardado no outro pc, com as porcarias de vírus dele, acho que queimei meu filme, mas em todo caso, ta aí, e ah, eu não entro no RedTube.)
NÃO DÁ NEM PRA ENTRAR NO REDTUBE EM PAZ VAI TE FUDER
AhuAHUahAUHUAhua
EU VIM DESLIGA
Vou postar isso. eu escrevendo poesia e te mandando tomar no cu, que lindo!
uaAuhauHAuuaHUAhuahUA
ebuceta
hhahahha e tu só sabe rir!!!! MALDIÇÃO.
NTÃA O XAU
NÃO VOU POSTAR ISSO,
SOME!
(Meu irmão retardado no outro pc, com as porcarias de vírus dele, acho que queimei meu filme, mas em todo caso, ta aí, e ah, eu não entro no RedTube.)
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