segunda-feira, 27 de julho de 2009

Nem sempre como são.


Não há melhor maneira de se provar o incerto com o silêncio. Ele cala as expectativas, comprime os desejos e sacia as dúvidas. Mas infelizmente algumas pessoas tornam a simplicidade do conveniente um tanto quanto constrangedora, infelizmente às vezes essas pessoas são (eram) muito queridas, e continuarão sendo, certamente, mas com aquele pontinho de seriedade literalmente apagado, 5:57 da manhã, o ruído inesperado tocou, finalmente antes de eu estar aqui congelando, e tocou pra piorar. Estou segura agora, que o cheiro que eu senti era bastante agradável, porém não era perfume o suficiente pra me fazer sonhar ou delirar na cama, realmente em certas ocasiões me mostrei voluntariamente envergonhada, descobri que eu sou tímida e não apaixonada, realmente levei algo pra registrar num momento que eu sempre costumo presenciar, ultimamente, desde um outro texto eu venho bebendo pra ver se o sono me abate, é meio realista demais, meio desprazeroso demais... Realmente.. certos prazeres... A distância é realmente uma solução.

Não espere o meu ruído,
Não espere o meu chamado,
Não espere a minha música.

... e espero que um dia, essa noção de mal estar que foi causada em mim, tão de repente, duas vezes, cause uma certa vergonha, mas não, ainda não é tarde, e espero estar enganada à respeito de pessoas que eu acreditava poder confiar.
Fiquei tranquila, enfim, um peso a menos, me pareceu muito pequeno ao ponto que eu achava que não era, enfim, me enganei ou não? So esse alguém pode me responder.
Hoje usei esta frase, ela resume até muito bem: "Do sublime ao ridículo, é apenas um passo." -Napoleão Bonaparte

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