sábado, 5 de setembro de 2009

"Olhe para suas botas
vermelhas de sangue,
Olhe para suas botas, ande!
O que você vê?
Minhas esperanças mortas,
Meu sustento enforcado em uma corda,
Tudo isso é bom pra você?
Olhe pra si mesmo no espelho,
Com toda essa fúria
O que você enxerga?
Seu rosto miserável e impotente,
Você quis esta guerra, porém,
Não chega aos pés do meu olhar imponente.
PORQUÊ?
Eu não entendo?
A fidelidade do que aprendi?
Que finalidade, porquê,
Isso acaba ASSIM, por aqui?
Só aviso, que o mundo,
Mesmo imundo sempre nota,
A sujeira e o vagabundo,
E a justiça de uma forma brota,
Mas irei e seguirei,
Agora, mesmo pela metade,
Se tu me invade,
E me consome,
E acha que por fim está correto,
Enganado o tolo que o faz,
E no fim dá como certo,
Que pena tenho de nós, por tua ignorância
E por minha bondade,
Toda esta tolerância, tolera você,
Só não tolera maldade."

2 comentários:

  1. Que maravilha. Por isso adoro sempre pintar no teu blog.

    Abraço!

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  2. Obrigado! Tua presença aqui é mais do que importante! Abraço carinhoso pra ti.

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