
"Quando escrever não faz sentido,
É como um zumbido que afoga o ânimo,
É como um cântico noturno e melancólico,
Que bufa no peito em suspensão, Meio alcoólico,
Um carnaval sem folia,
Um arsenal, com magos sem magia,
Um clarão que cega, incessante,
É como sorrir sem alegria,
Guardar os doces na estante,
Olhar pro lado e enxergar o que está acima,
É como música infantil sem rima,
Pedaços de um cristal esfarelado,
O puríssimo branco, amarelado,
Nada mais.
É ver no horizonte o futuro,
E ainda assim, andar pra trás..."
ah, chata
ResponderExcluirmas mas mas
o que?
tá,
um dia...
na vertical!!!