"Não posso.. não ainda..não agora..."
"Porquê não, já passou!"
"É verdade, só um pouco..."
E assim eternizou.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Se tudo fosse bom..
Se todo batom fosse rosa,
As mais festeiras apagariam sua cor.
Se toda rosa fosse vermelha,
Se desvendaria a surpresa de amor.
Se todo doce fosse branquinho,
Talvez não houvesse sabor.
Se toda música não existisse,
talvez não existisse paixão.
Se as pessoas não insistissem,
Talvez não houvesse razão.
Se o mundo inteiro sorrise,
Talvez não existisse depressão.
Se o amor não existisse...
Minha poesia seria apenas uma reclamação..
As mais festeiras apagariam sua cor.
Se toda rosa fosse vermelha,
Se desvendaria a surpresa de amor.
Se todo doce fosse branquinho,
Talvez não houvesse sabor.
Se toda música não existisse,
talvez não existisse paixão.
Se as pessoas não insistissem,
Talvez não houvesse razão.
Se o mundo inteiro sorrise,
Talvez não existisse depressão.
Se o amor não existisse...
Minha poesia seria apenas uma reclamação..
Hoje as letras são maiúsculas.
"Procuro no tempo uma ajuda,
Enquanto o tormento me assombra,
Enquanto a solidão procura,
Enquandto o medo me afronta,
Enquanto mastigo dizeres,
Enquanto procuro saber,
Enquanto procuro o tudo,
Sem nada poder fazer.
Eu luto,reluto, discuto,
Me lanço, me jogo,
Não alcanço.
Me furto, me curto me ouço,
Me odeio, me freio, me como.
Instigo, persigo à mim mesma,
Como caçador que caça sua presa
Demoro, reviro, me mordo
Me maltrato me julgo, me movo,
Me viro de um lado pro outro,
E nada consigo achar,
Não quero tu, ele ou ela,
Quero apenas me encontrar."
Enquanto o tormento me assombra,
Enquanto a solidão procura,
Enquandto o medo me afronta,
Enquanto mastigo dizeres,
Enquanto procuro saber,
Enquanto procuro o tudo,
Sem nada poder fazer.
Eu luto,reluto, discuto,
Me lanço, me jogo,
Não alcanço.
Me furto, me curto me ouço,
Me odeio, me freio, me como.
Instigo, persigo à mim mesma,
Como caçador que caça sua presa
Demoro, reviro, me mordo
Me maltrato me julgo, me movo,
Me viro de um lado pro outro,
E nada consigo achar,
Não quero tu, ele ou ela,
Quero apenas me encontrar."
quarta-feira, 24 de junho de 2009
I'ts a MIDLIFE CRISES!!!!!!!!!!!!
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Canto da decepção

"Oh canto fúnebre que embala,
As noites de quem ficou!
Oh canto lúgubre que exala
Um odor pútrido de falso amor!
Canto Florescido das cavernas
Dos abismos e do caos
Canto escuro das donzelas
Dos ladrões,
E homens maus.
Melodia insaciável
Melodia onipotente
Achas que embala mesmo
As noites de todos aqui presentes?
Canção suja, canção triste,
Inexistente ao nosso ver
Mas que existe no teu peito
E vem chegando devagar,
Com a vontade feroz de querer
A felicidade devorar."
As noites de quem ficou!
Oh canto lúgubre que exala
Um odor pútrido de falso amor!
Canto Florescido das cavernas
Dos abismos e do caos
Canto escuro das donzelas
Dos ladrões,
E homens maus.
Melodia insaciável
Melodia onipotente
Achas que embala mesmo
As noites de todos aqui presentes?
Canção suja, canção triste,
Inexistente ao nosso ver
Mas que existe no teu peito
E vem chegando devagar,
Com a vontade feroz de querer
A felicidade devorar."
Decepção
-Nãããããooooooooooooooooooo, porquê diabos aconteceu comigo?????????
-Calma Lira querida, confie em mim,sou seu amigo!
-Que bom que tenho você do meu lado! Assim pelo menos me sinto um ser mais amado!
-Que bom que te faço bem! Te quero muito feliz também!Nós dividimos nossas mágoas, nossos amores, dividimos entre nossa amizade todas as dores! Te tenho como irmã, do meu peito e da fonte que me cerca, do infinito do meu amor, como um rio que nunca seca!
-Entre tristezas e tanta falta de caráter, tenho à ti meu amigo, toda luz e o poder de amor, que sob ou sobre forma alguma, de todos teus erros eu não guardo sequer um rancor!
-Calma Lira, querida, pequena flor! Deite em meu peito e sinta o tamanho do meu amor!
Suspirava a cada encanto, na magia daquela amizade, tão curta e tão vivida, que aparentava ter mais idade, como um infinito existente, tão antigo quanto o vento frio ou o calor... Acreditava-se que aquilo era eterno amor.
Até que Lira em seu pranto, aliviou-se numa conversa, foi tentando amenizar sua dor, com muita calma, e pouca pressa, desiludida e enganada... esperava uma resposta, do seu amigo tão querido... mas recebeu uma infiel proposta. Foi lendo suas palavras e enojando, como outrora aconteceu, com um antigo amor que Lira... acabou que se perdeu... perdeu então seu amigo.. talvez por noites ou em todo sempre... não sabe lira se vai ou se fica... mas sabe que agora que o coração, da humanidade é apenas um, uma sacola de lixo onde guardam toda a podridão e qualquer ALGUM.
-Calma Lira querida, confie em mim,sou seu amigo!
-Que bom que tenho você do meu lado! Assim pelo menos me sinto um ser mais amado!
-Que bom que te faço bem! Te quero muito feliz também!Nós dividimos nossas mágoas, nossos amores, dividimos entre nossa amizade todas as dores! Te tenho como irmã, do meu peito e da fonte que me cerca, do infinito do meu amor, como um rio que nunca seca!
-Entre tristezas e tanta falta de caráter, tenho à ti meu amigo, toda luz e o poder de amor, que sob ou sobre forma alguma, de todos teus erros eu não guardo sequer um rancor!
-Calma Lira, querida, pequena flor! Deite em meu peito e sinta o tamanho do meu amor!
Suspirava a cada encanto, na magia daquela amizade, tão curta e tão vivida, que aparentava ter mais idade, como um infinito existente, tão antigo quanto o vento frio ou o calor... Acreditava-se que aquilo era eterno amor.
Até que Lira em seu pranto, aliviou-se numa conversa, foi tentando amenizar sua dor, com muita calma, e pouca pressa, desiludida e enganada... esperava uma resposta, do seu amigo tão querido... mas recebeu uma infiel proposta. Foi lendo suas palavras e enojando, como outrora aconteceu, com um antigo amor que Lira... acabou que se perdeu... perdeu então seu amigo.. talvez por noites ou em todo sempre... não sabe lira se vai ou se fica... mas sabe que agora que o coração, da humanidade é apenas um, uma sacola de lixo onde guardam toda a podridão e qualquer ALGUM.
Eu sabia.
Psiu...
Eu sabia...
Que tu ia...
Por aqui passar....
Também sabia...
que o meu texto... iria encontrar...
ei, está quase na hora.
Eu sabia...
Que tu ia...
Por aqui passar....
Também sabia...
que o meu texto... iria encontrar...
ei, está quase na hora.
aUhu!
O que fazer... quando recordo o impossível?
O que fazer quando o que se quer é inacessível?
O que pensar quando não dá pra ver... o que se quer saber?
O que fazer quando se tem vontade e não dá pra...?
esconder?
hahahahhahahah =)))))
tomou conta de mim já. desculpem-me.
O que fazer quando o que se quer é inacessível?
O que pensar quando não dá pra ver... o que se quer saber?
O que fazer quando se tem vontade e não dá pra...?
esconder?
hahahahhahahah =)))))
tomou conta de mim já. desculpem-me.
Um pássaro lapidado numa pedra...
"E outra. Não é pintado, é lapidado. As pessoas são lapidadas na pedra em forma de ovo. Mas isso não modifica o peso da pedra... só torna ela mais detalhada."
Shirinfunfly
-Ohhhmyfuckingballs..
- OhYeah! This GREAT!
-(???)
Compreendes filósofo?
elementar meu caro sapo, elementar.
Shirinfunfly
-Ohhhmyfuckingballs..
- OhYeah! This GREAT!
-(???)
Compreendes filósofo?
elementar meu caro sapo, elementar.
domingo, 21 de junho de 2009
P.N.K. queres ajuda?
Você espera uma resposta,
Como quem espera um grande amor?
Você aceita qualquer prosposta,
com medo sentir dor?
Você se joga de verdade,
quando quer alcançar alguém?
Ou você fica parado esperando,
O amor de ninguém?
Você vive com um grande,
sentimento de alegria?
Ou por onde você passa
causa dor e agonia?
Você faz muitas perguntas,
e não se pergunta o porquê?
Você acha mesmo que conhece o que está em mim?
Mal conhece você.
Como quem espera um grande amor?
Você aceita qualquer prosposta,
com medo sentir dor?
Você se joga de verdade,
quando quer alcançar alguém?
Ou você fica parado esperando,
O amor de ninguém?
Você vive com um grande,
sentimento de alegria?
Ou por onde você passa
causa dor e agonia?
Você faz muitas perguntas,
e não se pergunta o porquê?
Você acha mesmo que conhece o que está em mim?
Mal conhece você.
Para mim.
Eu quero.
Eu espero.
Não querer.
Eu não quero.
É sincero,
em toda forma de poder.
Eu vejo,
eu desejo,
embora não possa ver.
Não toco,
Evito.
Mas...quem há de me prender?
Eu sinto,
o absurdo
em toda sua forma e caos,
reviro, suspiro
mas embora toda força,
Se torne fria e me contorça,
me mova com sentimentos maus.
Desejo... iludir...
compreendes?
desejo o engano do amor
para esses pobres e vadios...
corações doentes.
E que se percam no rancor,
Em todas suas vertentes.
E TENHO DITO.
Eu espero.
Não querer.
Eu não quero.
É sincero,
em toda forma de poder.
Eu vejo,
eu desejo,
embora não possa ver.
Não toco,
Evito.
Mas...quem há de me prender?
Eu sinto,
o absurdo
em toda sua forma e caos,
reviro, suspiro
mas embora toda força,
Se torne fria e me contorça,
me mova com sentimentos maus.
Desejo... iludir...
compreendes?
desejo o engano do amor
para esses pobres e vadios...
corações doentes.
E que se percam no rancor,
Em todas suas vertentes.
E TENHO DITO.
terça-feira, 16 de junho de 2009
Gessinger.
"Se eu tivesse a força que você pensa que eu tenho, eu gravaria no metal da minha pele o teu desenho..."
"Se você me der 3 minutos vai entender o que eu sinto,eu não sou santo, mas não minto..."
"Eu que não fumo, queria um cigarro, eu que não amo você, envelheci dez anos ou mais, nesse último mês... eu que não bebo, pedi um conhaque pra enfrentar o inverno..."
"Não vou agora, não: não quero te encontrar, preciso me perder como preciso de ar..."
"Eu não preciso que ninguém me diga se é pra brigar ou pra fugir da briga, eu não preciso que ninguém me siga (até duvido que alguém consiga)..."
"Se você me der 3 minutos vai entender o que eu sinto,eu não sou santo, mas não minto..."
"Eu que não fumo, queria um cigarro, eu que não amo você, envelheci dez anos ou mais, nesse último mês... eu que não bebo, pedi um conhaque pra enfrentar o inverno..."
"Não vou agora, não: não quero te encontrar, preciso me perder como preciso de ar..."
"Eu não preciso que ninguém me diga se é pra brigar ou pra fugir da briga, eu não preciso que ninguém me siga (até duvido que alguém consiga)..."
domingo, 14 de junho de 2009
três pontinhos... me resuma.
"..resuma as flores na minha vida.. e você saberá o que estou sentindo... aliviada penso e sinto... um novo amor ressurgindo.."
sábado, 13 de junho de 2009
13.
13 na janela
13 na placa do carro
13 na tela do computador
13 pintado na parede
13 horas
13 minutos
13 faixas do cd
13 músicas
13 amores
13 datas
13 defeitos
quanto 13.. eu fico puta da cara... 13, 333, 33. Vou me tatuar. Não é porquê é um número legal ou um número místico, treze me trazem coisas boas e coisas péssimas, mas sempre trazem, ultimamente coisas desagradáveis, mas descartáveis. 13 continuará sendo sempre o treze, e as coincidências, apenas coincidências.
13 na placa do carro
13 na tela do computador
13 pintado na parede
13 horas
13 minutos
13 faixas do cd
13 músicas
13 amores
13 datas
13 defeitos
quanto 13.. eu fico puta da cara... 13, 333, 33. Vou me tatuar. Não é porquê é um número legal ou um número místico, treze me trazem coisas boas e coisas péssimas, mas sempre trazem, ultimamente coisas desagradáveis, mas descartáveis. 13 continuará sendo sempre o treze, e as coincidências, apenas coincidências.
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Dèja vu - Contos
Madrugada lúgubre, três horas. O espectro da brisa gelada cortava os vidros das silenciosas casas da rua. Eu, em longos e tortuosos passos tremidos, buscava calor e conforto em qualquer canto da cidade, mas de nada me adiantava a pressa enquanto o severo frio executava seu trabalho e acertava meu rosto como agudas facadas, eu precisava chegar logo em algum lugar. Decidi ir para casa. Todo aquele desconforto me desesperava, a cada passo enforcado que eu dava, fazendo com que a terra do chão úmido cravasse entreos desenhos do meu solado do coturno, cantando uma música desagradável e perturbante música "cra.. cra.. cra..", e o assovio do vento que passava por mim,cantante, despreocupado como se eu nem existisse para ele. De repente, subiu em mim uma súbita vontade de gritar, mas meu queixo estava paralisado pela gélida noite.. e aquela noite estava sendo um pesadelo. Quando eu estava à apenas alguns metros de casa, animada procurei apressar meus passos fazendo com que o frio se torna-se prazeiroso, já que logo eu estaria aquecida. Subia as escadas ofegantemente e peguei minha chave, entrei, e para minha surpresa minha casa estava mais fria que a maldita rua! Segui meu profundo desespero em cada peça da casa, como alguém, que está para morrer, procurei fogo, álcool, procurei vida, e NADA! Encontrei apenas o vazio do inverno recheado com meu desespero, penetrando em cada poro da minha pele! As paredes da minha casa tornaram-se de gelo, cobriram-se do teto ao chão para o meu pânico. Meu desespero estava desiquilibrado e eu já não tinha forças quando surtei pelo corredor escuro e bati minha cabeça. Acordei como se nada tivesse acontecido tropecei em longas escadas, que eu seguia a subir até encontrar uma sala, avistei uma lareira, minha face se tomou por um sorriso prazeiroso e fui ao encontro do fogo como alguém vai ao encontro de um antídoto, mas a lareira se deu por tomar a
forma de uma gigantesca e assombrosa garganta que cospia chamas ardentes, e que escoha agora fazer? Sem pensar corri até a grande chama e lancei meu corpo contra ela, fazendo nos tornar uma única substância. Acordei então, de súbito na frnte da lareira em uma casa, exasperada eofegante, repetindo inúmeras frases sem sentido,senti o quente de uma pequena pinha que queimava perto dos meus pés e de repente, aliviei meus pensamentos. "Era apenas um doloso pesadelo!" - logo penso eu - Olhei pro lado e meu companheiro de "viagem" me sorriu, chamando pelo apelido. Contei-lhe o sonho, e ele como escritor, imaginou uma grande aventura tomada por fantasia, e começou a falar enquanto eu vestia minha mata vermellho-sangue, ele falava, imitava e eu pegava minhas coisas, fui saindo daquele lugar, meio desordenada enquanto observava ele, nop meio da sala gesticulando grandes inventos e aventuras, conversando.. com o calor do ar... sozinho. O deixei em paz com as suas loucuras, prometendo voltar, desci todas as escadas , feliz e apressada abri a porta do apartamento, o frio era cortante, mas eu estava feliz por te me livrado do "sonho",e ter saído da casa daquele maluco. Comecei a percorrei o caminho com longos e felizes passos, até eles começarem a se tornar curtos e delirantes, as cores estavam ofuscadas pela neblina, logo o chão molhado.. e a rua era escura... o espectro da brisa gelada cortava os vidros das silenciosas casas da rua. Eu, em longos e tortuosos passos tremidos, buscava calor e conforto em qualquer canto da cidade, mas de nada me adiantava a pressa enquanto o severo frio executava seu trabalho e acertava meu rosto como agudas facadas, eu precisava chegar logo em algum lugar, decidi ir para casa. Todo aquele desconforto me desesperava, a cada passo enforcado que eu dava, fazendo com que a terra do chão úmido cravasse entreos desenhos do meu solado do coturno, cantando uma música desagradável e perturbante música "cra.. cra.. cra.."... Mas... "Isso já..." fui despertada do frio por um pequeno Dèja vu*... que foi se mostrando complexo a cada passo que eu dava e a cada coincidência que marcava, começava a entrar em pânico, chegeui na minha rua e corri até as escadas da minha casa e "novamente" encontrei as paredes da minha casa... congeladas! Voltei três passos para trás e saí correndo daquele lugar, decidi fazer diferente desta vez e me livrar quem sabe, do real pesadelo. Decidi optar pela casa do louco sonhador, onde encontrei a porta entreaberta, meio acanhada, como se fosse um convite para entrar, subi novamente as malditas e longas escadas e tranquei a porta quando virando-me lentamente, e num sorriso assustado e forçado falei: "Imagine que agora.." Meus olhos se chocaram com uma grande chama, a ponto de eu perder meu equilíbrio, quando me deparei com a lareira em forma de garganta.. com a grande chama me esperando, largando suas ardentes chamas. Decido então "novamente" me entregar à ela, e percebo pouco antes, que fugir não só é desnecessário, quanto é inevitável o acontecimento...
*Déjà vu é usualmente pensado como uma impressão de já ter visto ou experimentado algo antes, que aparentemente está a ser experimentado pela primeira vez. Se assumirmos que a experiência é na verdade uma recordação, então o déjà vu ocorre provavelmente porque uma experiência original não foi completamente codificada. Nesse caso parece provável que a situação presente dispare a recordação de um fragmento do passado que se baseia numa experiência real mas de que temos apenas uma memória vaga. A experiência pode ser perturbadora, principalmente se a memória está tão fragmentada que não há conexões fortes entre esse fragmento e outras memórias ou nenhuma conexão consciente pode ser feita entre a situação atual e a memória implicita.
forma de uma gigantesca e assombrosa garganta que cospia chamas ardentes, e que escoha agora fazer? Sem pensar corri até a grande chama e lancei meu corpo contra ela, fazendo nos tornar uma única substância. Acordei então, de súbito na frnte da lareira em uma casa, exasperada eofegante, repetindo inúmeras frases sem sentido,senti o quente de uma pequena pinha que queimava perto dos meus pés e de repente, aliviei meus pensamentos. "Era apenas um doloso pesadelo!" - logo penso eu - Olhei pro lado e meu companheiro de "viagem" me sorriu, chamando pelo apelido. Contei-lhe o sonho, e ele como escritor, imaginou uma grande aventura tomada por fantasia, e começou a falar enquanto eu vestia minha mata vermellho-sangue, ele falava, imitava e eu pegava minhas coisas, fui saindo daquele lugar, meio desordenada enquanto observava ele, nop meio da sala gesticulando grandes inventos e aventuras, conversando.. com o calor do ar... sozinho. O deixei em paz com as suas loucuras, prometendo voltar, desci todas as escadas , feliz e apressada abri a porta do apartamento, o frio era cortante, mas eu estava feliz por te me livrado do "sonho",e ter saído da casa daquele maluco. Comecei a percorrei o caminho com longos e felizes passos, até eles começarem a se tornar curtos e delirantes, as cores estavam ofuscadas pela neblina, logo o chão molhado.. e a rua era escura... o espectro da brisa gelada cortava os vidros das silenciosas casas da rua. Eu, em longos e tortuosos passos tremidos, buscava calor e conforto em qualquer canto da cidade, mas de nada me adiantava a pressa enquanto o severo frio executava seu trabalho e acertava meu rosto como agudas facadas, eu precisava chegar logo em algum lugar, decidi ir para casa. Todo aquele desconforto me desesperava, a cada passo enforcado que eu dava, fazendo com que a terra do chão úmido cravasse entreos desenhos do meu solado do coturno, cantando uma música desagradável e perturbante música "cra.. cra.. cra.."... Mas... "Isso já..." fui despertada do frio por um pequeno Dèja vu*... que foi se mostrando complexo a cada passo que eu dava e a cada coincidência que marcava, começava a entrar em pânico, chegeui na minha rua e corri até as escadas da minha casa e "novamente" encontrei as paredes da minha casa... congeladas! Voltei três passos para trás e saí correndo daquele lugar, decidi fazer diferente desta vez e me livrar quem sabe, do real pesadelo. Decidi optar pela casa do louco sonhador, onde encontrei a porta entreaberta, meio acanhada, como se fosse um convite para entrar, subi novamente as malditas e longas escadas e tranquei a porta quando virando-me lentamente, e num sorriso assustado e forçado falei: "Imagine que agora.." Meus olhos se chocaram com uma grande chama, a ponto de eu perder meu equilíbrio, quando me deparei com a lareira em forma de garganta.. com a grande chama me esperando, largando suas ardentes chamas. Decido então "novamente" me entregar à ela, e percebo pouco antes, que fugir não só é desnecessário, quanto é inevitável o acontecimento...*Déjà vu é usualmente pensado como uma impressão de já ter visto ou experimentado algo antes, que aparentemente está a ser experimentado pela primeira vez. Se assumirmos que a experiência é na verdade uma recordação, então o déjà vu ocorre provavelmente porque uma experiência original não foi completamente codificada. Nesse caso parece provável que a situação presente dispare a recordação de um fragmento do passado que se baseia numa experiência real mas de que temos apenas uma memória vaga. A experiência pode ser perturbadora, principalmente se a memória está tão fragmentada que não há conexões fortes entre esse fragmento e outras memórias ou nenhuma conexão consciente pode ser feita entre a situação atual e a memória implicita.
Decisões.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Sol de Inverno
Mais um feriado... escalo as pequenas montanhas de terra passando a Santa Tecla... apalpo o macio do verde chão da minha terra, respiro o ar arenoso que corre e sento junto a uma bela árvore e abro meu livro de poemas...
"Puta merda que frio!" penso eu, e continuo lendo os meus versos com palavras bem recortadas, irônico,não?
Hoje é um daqueles dias que eu pego a minha caneta velha e não sai uma puta palavra sequer! Não há inspiração, não há vida.. não há poesia no vento que passa no meu rosto, não há poema nas folhas que com o tempo caem, não há versos na dança que as abelhas fazem pra conquistar seu mel, seu mal, seu amor, não há nada em nada.
Não tem nada porque eu estou aqui sentada sozinha, no infinito das minhas idéias, no cru das minhas palavras no egoísmo das pessoas e no vazio do amor.
Porque não há amor;
Porque não há palavras;
Porque não há idéias.
Mas porque há solidão.
Sento comigo mesma aqui pra conversar e trocar um pensamento mais sólido, mais encantador, mas nada me chama atenção, enquanto eu me cobro coisas, eu mesma não estou nem aí, e continuo falando comigo mesma.. mas... continuo falando. E uma hora eu vou me ouvir. Só tenho agora a certeza do hoje, e hoje implacávelmente será feliz... mais adiante saberão o porquê, e eu também saberei.. idéias, estudos, futuro.. surgem agora como um clarão que não me quer deixar apagar... devo seguir em frente?
Nunca.
Devo seguir à frente, se você quiser venha atrás, embora não vá enxergar, porque a luz que me puxa me cega, e o que está atrás de mim não interessa, mas muita coisa ao meu lado, terá o que eu conseguirei com todo meu coração.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
norMAL
É norMAL ficar bem
quando se tem alguém
é normal ficar ruim
quando não tem ninguém
minha cabeça ta lerda
esse poema uma merda
mas quer saber?
que se foda,
essa criatividade toda.
Afinal..
é norMAL!
quando se tem alguém
é normal ficar ruim
quando não tem ninguém
minha cabeça ta lerda
esse poema uma merda
mas quer saber?
que se foda,
essa criatividade toda.
Afinal..
é norMAL!
domingo, 7 de junho de 2009
Mas...

"Pintei o quarto de branco
lavei o prato
sequei o pranto
colhi a flor
e um galho seco do chão
peguei o galho a flor
segurei na mão,
embalei com uma fita vermelha
segurei a tinta
pintei a telha,
fiz,refiz e desmanchei
iludi,sofri
mas amei.
Paguei pra ver
me arrependi
deveria ter chorado,
Sorri.
Fiz o errado
do certo que achava
me vesti, me despi
mas algo faltava
dancei
chorei, bati... quebrei
mas enfim,
AMEI."
Go(les)

"Mê vê um copo daquele whisky, mas não do novo e quebrado, quero o bom e velho whisky sincero."
- Um gole de whisky, se vão dois pensamentos.
- Dois goles se mandam mais 3
- três goles se vão as desilusões
- seis goles se acabm as preocupações
- treze goles chega a depressão
- 26 goles vem o sono.. vem a tontura, vem enfim o sono eterno, enquanto o interno faz o que tem que ser feito.
Perfeito.
A noite poderia ser melhor.
"Mê vê um gole do novo whisky, pq o velho e bom whisky está passado."
quarta-feira, 3 de junho de 2009
terça-feira, 2 de junho de 2009
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