forma de uma gigantesca e assombrosa garganta que cospia chamas ardentes, e que escoha agora fazer? Sem pensar corri até a grande chama e lancei meu corpo contra ela, fazendo nos tornar uma única substância. Acordei então, de súbito na frnte da lareira em uma casa, exasperada eofegante, repetindo inúmeras frases sem sentido,senti o quente de uma pequena pinha que queimava perto dos meus pés e de repente, aliviei meus pensamentos. "Era apenas um doloso pesadelo!" - logo penso eu - Olhei pro lado e meu companheiro de "viagem" me sorriu, chamando pelo apelido. Contei-lhe o sonho, e ele como escritor, imaginou uma grande aventura tomada por fantasia, e começou a falar enquanto eu vestia minha mata vermellho-sangue, ele falava, imitava e eu pegava minhas coisas, fui saindo daquele lugar, meio desordenada enquanto observava ele, nop meio da sala gesticulando grandes inventos e aventuras, conversando.. com o calor do ar... sozinho. O deixei em paz com as suas loucuras, prometendo voltar, desci todas as escadas , feliz e apressada abri a porta do apartamento, o frio era cortante, mas eu estava feliz por te me livrado do "sonho",e ter saído da casa daquele maluco. Comecei a percorrei o caminho com longos e felizes passos, até eles começarem a se tornar curtos e delirantes, as cores estavam ofuscadas pela neblina, logo o chão molhado.. e a rua era escura... o espectro da brisa gelada cortava os vidros das silenciosas casas da rua. Eu, em longos e tortuosos passos tremidos, buscava calor e conforto em qualquer canto da cidade, mas de nada me adiantava a pressa enquanto o severo frio executava seu trabalho e acertava meu rosto como agudas facadas, eu precisava chegar logo em algum lugar, decidi ir para casa. Todo aquele desconforto me desesperava, a cada passo enforcado que eu dava, fazendo com que a terra do chão úmido cravasse entreos desenhos do meu solado do coturno, cantando uma música desagradável e perturbante música "cra.. cra.. cra.."... Mas... "Isso já..." fui despertada do frio por um pequeno Dèja vu*... que foi se mostrando complexo a cada passo que eu dava e a cada coincidência que marcava, começava a entrar em pânico, chegeui na minha rua e corri até as escadas da minha casa e "novamente" encontrei as paredes da minha casa... congeladas! Voltei três passos para trás e saí correndo daquele lugar, decidi fazer diferente desta vez e me livrar quem sabe, do real pesadelo. Decidi optar pela casa do louco sonhador, onde encontrei a porta entreaberta, meio acanhada, como se fosse um convite para entrar, subi novamente as malditas e longas escadas e tranquei a porta quando virando-me lentamente, e num sorriso assustado e forçado falei: "Imagine que agora.." Meus olhos se chocaram com uma grande chama, a ponto de eu perder meu equilíbrio, quando me deparei com a lareira em forma de garganta.. com a grande chama me esperando, largando suas ardentes chamas. Decido então "novamente" me entregar à ela, e percebo pouco antes, que fugir não só é desnecessário, quanto é inevitável o acontecimento...*Déjà vu é usualmente pensado como uma impressão de já ter visto ou experimentado algo antes, que aparentemente está a ser experimentado pela primeira vez. Se assumirmos que a experiência é na verdade uma recordação, então o déjà vu ocorre provavelmente porque uma experiência original não foi completamente codificada. Nesse caso parece provável que a situação presente dispare a recordação de um fragmento do passado que se baseia numa experiência real mas de que temos apenas uma memória vaga. A experiência pode ser perturbadora, principalmente se a memória está tão fragmentada que não há conexões fortes entre esse fragmento e outras memórias ou nenhuma conexão consciente pode ser feita entre a situação atual e a memória implicita.
li, gostei... saco!
ResponderExcluirx)
uhsauhasuhas pq "saco"??
ResponderExcluirpq sim...
ResponderExcluirshauhsuhuashuas ahhhhh ta com pititinho de inveja é? Tu tb escreve bem, ou será que o "saco" era só pra admitir que eu me dei? asohsaohsa
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