domingo, 21 de junho de 2009

Para mim.

Eu quero.
Eu espero.
Não querer.
Eu não quero.
É sincero,
em toda forma de poder.
Eu vejo,
eu desejo,
embora não possa ver.
Não toco,
Evito.
Mas...quem há de me prender?

Eu sinto,
o absurdo
em toda sua forma e caos,
reviro, suspiro
mas embora toda força,
Se torne fria e me contorça,
me mova com sentimentos maus.
Desejo... iludir...
compreendes?
desejo o engano do amor
para esses pobres e vadios...
corações doentes.
E que se percam no rancor,
Em todas suas vertentes.



E TENHO DITO.

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