"Enquanto o galo canta,
à tarde a colega manda e desmanda,
Tu está por aí a vadiar!
De tarde quando a brisa é fria,
o moço da fruteira assovia,
estás com teu violão a tocar.
À tardinha quando estás com uma gente,
quando pensas que não sei que mente,
estou então, à te esperar.
À noite quando somos nós dois,
fica isso pra depois,
e pra ontem o AMAR.
Quando estou AQUI escrevendo,
e tu do meu lado, eu te vendo roncar...!
Me dá ânsia, mas uma ânsia...
de pegar tuas malas,
junto às tuas duas caras,
E com um riso te abandonar.
Agora, enquanto tu dormia
Com alguém eu sorria,
e tu, estava a sonhar...
E agora?! Eu sonho, e penso,
E te olho, apenas a suspirar
e suspirar...
Isso fere, mas... confere!
(Não mais)
Espere..."
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
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I'm tryin' to read your poetry but I'm helpless like a richman's child...
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