
''As horas passam, e não são as mesmas de ontem.
Só o ponteiro que desponta nas 22 horas, que é sempre o mesmo.
Sempre a mesma hora;
Sempre o mesmo pulsar.
E se acaso o relógio ultrapassasse às 24 horas?
Desordenado, marcando 26...
O tempo não é mais feito de água, ou de areia.
O tempo agora é de ponteiros
E a ponte do meu relógio, não tem beirada.
O 26 inexistente, não é assim tão impossível...
Apesar da distância das horas.''
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