segunda-feira, 22 de junho de 2009

Canto da decepção


"Oh canto fúnebre que embala,
As noites de quem ficou!
Oh canto lúgubre que exala
Um odor pútrido de falso amor!
Canto Florescido das cavernas
Dos abismos e do caos
Canto escuro das donzelas
Dos ladrões,
E homens maus.
Melodia insaciável
Melodia onipotente
Achas que embala mesmo
As noites de todos aqui presentes?
Canção suja, canção triste,
Inexistente ao nosso ver
Mas que existe no teu peito
E vem chegando devagar,
Com a vontade feroz de querer
A felicidade devorar."

2 comentários:

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