Quero simmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm
VOCÊS TUDO QUEREM ME DEIXAR LOUCA!!!!!
POR FAVOR!!!
PAREM COM ISSO!!!!!
POR FAVOR"!!!!!!!!!!!! PAREM COM ISSSOOOOOOOO
POR FAVORRRRR
PAAAAREM COM ISSOOO
VOCÊS ESTÃO ME ENLOUQUECENDOOOO
PARA POR FAVOR!!!!!
NÃO AGUENTO MAIS!!!!!
NÃO QUERO MAIS
QUERO MAIS
NÃO QUERO!!!!! PARA
ME DEIXA SOZINHA!!!
NÃO ME DEIXA...
PORQUÊ FAZEM ISSO COMIGO????????
PORQUÊ!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Só peço pra pararem... só peço que me deixem... se afastem
se juntem
me juntem
meus pedaços...
POR FAVOR!
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
sábado, 26 de dezembro de 2009
O Mal por uma cura.
E instantâneamente, logo após um estrondoso grito, o último gole do veneno. Ele arregalou os olhos de tal forma a qual hesitavam em saltar das órbitas, como quem implora pra que o amor de sua vida fique. Mas o antídoto estava a metros de distância quando ele resolveu deitar-se no chão quente do inferno que o consumia. Agonizou algumas lágrimas, não as de tristeza, mas as lágrimas do calor que o abatia. Sentou no chão com os cotovelos apoiados um em cada joelho olhou pro infinito e limitado teto e esperou morrer.
Assim que acordou, viu-se em meio à cigarros e isqueiros, acendeu um e outro apenas pra se divertir, admirou o horizonte pela janela, notou que já não haviam mais flores, e dentro de si mesmo se calou com um " bem vindo de volta ao inferno."
Assim que acordou, viu-se em meio à cigarros e isqueiros, acendeu um e outro apenas pra se divertir, admirou o horizonte pela janela, notou que já não haviam mais flores, e dentro de si mesmo se calou com um " bem vindo de volta ao inferno."
Teste das Cores
" O Teste das Cores é um instrumento de avaliação de personalidade que consiste em obter informações sobre a personalidade mediante suas preferências e rejeições à cores.Esta avaliação é situacional, portanto o resultado dependerá exclusivamente das suas opções, seja sincero para que o resultado esteja de acordo com a sua situação real."
(endereço no título)
Naty
Como você opera, age, frente aos seus objetivos e desejos:
Quer compensar o que sente ter perdido, vivendo com exagerada intensidade; acha que assim pode libertar-se de todas as coisas que o oprimem.
Está sofrendo de superestimulação contida, que ameaça descarregar-se numa explosão de comportamento impulsivo e arrebatado.
Suas preferências reais:
Procura uma ligação íntima e compreensiva em atmosfera de intimidade compartilhada, como proteção contra ansiedade e conflito.
Sua situação real:
Sente que não pode fazer muito, quanto aos seus problemas e dificuldades presentes, e que deve conformar-se com as coisas como são. É capaz de conseguir satisfação através da atividade sexual.
O que você quer evitar:
Interpretação fisiológica: Tensão e ansiedades resultaram de desapontamento emocional.
Interpretação psicológica: Uma relação emocional não está mais correndo bem, revelou-se profundamente decepcionante e é agora considerada ligação deprimente. Enquanto que, por um lado, gostaria de libertar-se completamente dessa ligação, por outro, nada quer perder nem correr os riscos de incerteza e de eventual possibilidade de maior desapontamento. Essas emoções contraditórias agravam-se a tal ponto que tenta anulá-las debaixo de uma atitude distante e severa. Oprimem-no a tal ponto que tenta ignorá-las sob uma atitude apática e circunspeta.
Em suma: Tensão oriunda de desapontamento emocional.
Seu problema real:
Ansiedade e insatisfação contínua, quanto às circunstâncias ou quanto aos fracassos emocionais, têm provocado grande tensão. Procura fugir a elas através de atividade intensa visando ao êxito pessoal ou a experiências diversificadas.O desapontamento e o medo da impossibilidade de formular novas metas têm-no levado à ansiedade, a um vazio e a um desprezo inconfessado a si mesmo. Sua recusa em reconhecer essa situação leva-o a adotar uma atitude voluntariosa e desafiadora.
(endereço no título)
Naty
Como você opera, age, frente aos seus objetivos e desejos:
Quer compensar o que sente ter perdido, vivendo com exagerada intensidade; acha que assim pode libertar-se de todas as coisas que o oprimem.
Está sofrendo de superestimulação contida, que ameaça descarregar-se numa explosão de comportamento impulsivo e arrebatado.
Suas preferências reais:
Procura uma ligação íntima e compreensiva em atmosfera de intimidade compartilhada, como proteção contra ansiedade e conflito.
Sua situação real:
Sente que não pode fazer muito, quanto aos seus problemas e dificuldades presentes, e que deve conformar-se com as coisas como são. É capaz de conseguir satisfação através da atividade sexual.
O que você quer evitar:
Interpretação fisiológica: Tensão e ansiedades resultaram de desapontamento emocional.
Interpretação psicológica: Uma relação emocional não está mais correndo bem, revelou-se profundamente decepcionante e é agora considerada ligação deprimente. Enquanto que, por um lado, gostaria de libertar-se completamente dessa ligação, por outro, nada quer perder nem correr os riscos de incerteza e de eventual possibilidade de maior desapontamento. Essas emoções contraditórias agravam-se a tal ponto que tenta anulá-las debaixo de uma atitude distante e severa. Oprimem-no a tal ponto que tenta ignorá-las sob uma atitude apática e circunspeta.
Em suma: Tensão oriunda de desapontamento emocional.
Seu problema real:
Ansiedade e insatisfação contínua, quanto às circunstâncias ou quanto aos fracassos emocionais, têm provocado grande tensão. Procura fugir a elas através de atividade intensa visando ao êxito pessoal ou a experiências diversificadas.O desapontamento e o medo da impossibilidade de formular novas metas têm-no levado à ansiedade, a um vazio e a um desprezo inconfessado a si mesmo. Sua recusa em reconhecer essa situação leva-o a adotar uma atitude voluntariosa e desafiadora.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Cadê?
Meu amor! Onde está você que não está aqui pra me tirar desse sufoco?
Onde está você pra me livrar desse mundo oco!
Ninguém além de ti me traz canções,
Só me trazem a raiva de ter raiva de alguem que não sou eu!
Onde está você, onde está eu?
Onde em meio à isso nós ficamos?
Onde fica aquele tempo em que nos amamos?
Uns se foram pra bem longe,
e outros que aqui estão mudaram de casa,
uns chegam na hora, e se ausentam,
e tem sempre um que se atrasa,
e tem você que não está aqui,
pra me livrar de tudo isso,
e é por isso que hoje grito,
VEM ME BUSCAR, ME TIRA DISSO!
Onde está você pra me livrar desse mundo oco!
Ninguém além de ti me traz canções,
Só me trazem a raiva de ter raiva de alguem que não sou eu!
Onde está você, onde está eu?
Onde em meio à isso nós ficamos?
Onde fica aquele tempo em que nos amamos?
Uns se foram pra bem longe,
e outros que aqui estão mudaram de casa,
uns chegam na hora, e se ausentam,
e tem sempre um que se atrasa,
e tem você que não está aqui,
pra me livrar de tudo isso,
e é por isso que hoje grito,
VEM ME BUSCAR, ME TIRA DISSO!
A Loucura do amor de Lira

E Lira caminhando no bosque, pensativa continuava sem entender... que mesmo com toda briga e toda essa separação, toda essa confusão, esse ódio desenfreado, não importa o que acontecesse, fazia com que ela escrevesse belas poesias de amor, mesmo que todo o mundo caísse sobre a cabeça dos dois, mesmo que eles próprios pensassem que tudo estava perdido, ainda assim, com lágrimas nos olhos ela escrevia suas canções...
Ainda mesmo que ele a perturbasse, era nele que ela pensava nas noites de solidão, ou até mesmo nas noites em que estava acompanhada. Um amor que ultrapassa o grau de crueldade da donzela que amou seu assassino, da vítima que sente saudades da psicopatia de quem a machucou, ja era algo divino e além das linhas do querer, e apenas querer, era algo que nem o nada depois da morte seria capaz de derrubar no escuro da imensidão.
Era uma palavra que ainda não existe.
Era bom, era mau.
"Pois és o único que em toda poesia
se revela.
Meu amor inseparável.
Tua canção no meu peito,
tua ternura em meu sonhar.
Meu amor,
Meu mais belo poema!"
Gritava Lira "poraí" saltitante e destemida, olhando fixo na cara do belo pássaro literato, ou de algum bichinho que ousasse subir em suas pernas, daqueles bichinhos que apenas sabem subir nas coisas, sem pensar no que exatamente vão fazer quando alcançar o topo. Pensou gritar na caverna do pequeno ogro covarde, mas esperou que o mesmo se ocupasse com coisas fúteis como comer a suculenta coxinha de alguma menininha indefesa.
Gritava pra a grande árvore folheada de ouro que lhe dava maçãs vermelhinhas e lustrosas todas as manhãs, gritou para todas as rosas escutarem, gritou também para a margarida que enfeitava a janela... dele. Bradou aos pedaços nos ouvidos de quem apenas responderia: "menina louca!"
E por fim, caiu no cansaço, em meio às folhas secas... com uma doce lágrima, sussurrando "meu amor..."
No embalo das lágrimas de Lira, sapos e algum beija-flor florido e perfumado dançavam à sua volta num ritmo lento e sugestivo. Adormeceu ali, nas pedrinhas e folhinhas... sem forças, esperando...
o amanhã.
Ainda mesmo que ele a perturbasse, era nele que ela pensava nas noites de solidão, ou até mesmo nas noites em que estava acompanhada. Um amor que ultrapassa o grau de crueldade da donzela que amou seu assassino, da vítima que sente saudades da psicopatia de quem a machucou, ja era algo divino e além das linhas do querer, e apenas querer, era algo que nem o nada depois da morte seria capaz de derrubar no escuro da imensidão.
Era uma palavra que ainda não existe.
Era bom, era mau.
"Pois és o único que em toda poesia
se revela.
Meu amor inseparável.
Tua canção no meu peito,
tua ternura em meu sonhar.
Meu amor,
Meu mais belo poema!"
Gritava Lira "poraí" saltitante e destemida, olhando fixo na cara do belo pássaro literato, ou de algum bichinho que ousasse subir em suas pernas, daqueles bichinhos que apenas sabem subir nas coisas, sem pensar no que exatamente vão fazer quando alcançar o topo. Pensou gritar na caverna do pequeno ogro covarde, mas esperou que o mesmo se ocupasse com coisas fúteis como comer a suculenta coxinha de alguma menininha indefesa.
Gritava pra a grande árvore folheada de ouro que lhe dava maçãs vermelhinhas e lustrosas todas as manhãs, gritou para todas as rosas escutarem, gritou também para a margarida que enfeitava a janela... dele. Bradou aos pedaços nos ouvidos de quem apenas responderia: "menina louca!"
E por fim, caiu no cansaço, em meio às folhas secas... com uma doce lágrima, sussurrando "meu amor..."
No embalo das lágrimas de Lira, sapos e algum beija-flor florido e perfumado dançavam à sua volta num ritmo lento e sugestivo. Adormeceu ali, nas pedrinhas e folhinhas... sem forças, esperando...
o amanhã.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Grande Festa - Parte I
(música para acompanhar : http://www.youtube.com/watch?v=AbcwOHvoZbA)
Ergam-se cavaleiros!
As damas estão na mesa à esperar!
Ao lado, copos e cervejas!
Venham todos se sentar!
A festa dança como todos,
Todos comem, logo dançam,
Há uns que ficam parados
E tem outros que ali avançam,
Chega mais, belo rapaz!
De longas tranças douradas pelo ombro,
Que assombro, lindo esses teus olhos
Tão brilhantes como o ouro!
Larguem suas armas, Sua vingança,
Tirem esses mantos de couro,
Dançem, cantem, furniquem à vontade!
Bebam à vontade!
Gritem à vontade!
Segure a mão da bela dama,
Elogie seu vestido cor de estopa,
Liberte seus longos cabelos,
Tire toda sua roupa... é festa!
É esta,
Ou aquela mais acanhada,
E no fim da grande noite,
Volte para sua amada.
(Mais um Video: http://www.youtube.com/watch?v=yGywo81G6lk&feature=fvst)
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
falAR NO que sinto.
"Se não fosse tua poesia!
Ah se ela não me desse esse toque,
Esse nó que assovia escuridão e me entorpece,
Violentaria a pureza do meu amor todo dia!
Ah se teu poema não embalasse meu sono,
Se tua canção assim não quisesse,
Seria como a morte de uma mãe,
Que no peito esmorece!
Se teus mágicos dedos não andassem
Nessas linhas disformes das folhas,
Alteraria todas minhas cores,
Desmancharia minhas escolhas.
Se tudo de ti não fosse tão verdadeiro
O derradeiro amor de mim mesma,
Também esmoreceria no peito.
Se tudo o que leio e alegro
Me tocasse tanto quanto cada letrinha tua,
Mandaria cada parte de mim,
Se perder feliz pela rua,
Se nenhum poema insistisse
Em toda essa vermelhidão,
estaria então,eu, sem cores,
E não estaria sentada pensando,
Que sou apenas mais uma,
Entre todas as flores."
( Dedicado a Arno )
Ah se ela não me desse esse toque,
Esse nó que assovia escuridão e me entorpece,
Violentaria a pureza do meu amor todo dia!
Ah se teu poema não embalasse meu sono,
Se tua canção assim não quisesse,
Seria como a morte de uma mãe,
Que no peito esmorece!
Se teus mágicos dedos não andassem
Nessas linhas disformes das folhas,
Alteraria todas minhas cores,
Desmancharia minhas escolhas.
Se tudo de ti não fosse tão verdadeiro
O derradeiro amor de mim mesma,
Também esmoreceria no peito.
Se tudo o que leio e alegro
Me tocasse tanto quanto cada letrinha tua,
Mandaria cada parte de mim,
Se perder feliz pela rua,
Se nenhum poema insistisse
Em toda essa vermelhidão,
estaria então,eu, sem cores,
E não estaria sentada pensando,
Que sou apenas mais uma,
Entre todas as flores."
( Dedicado a Arno )
E fica ali parado o sentimento de seguir, porque toda noite quando é cortante, na penumbra os pensamentos tornam-se luz, mas não uma luz que dê vontade nos ânimos de ir pra frente, é uma luz que cega e irradia angústia. De um lado tem os que te defendem mas nada modifica.
De outro lado tem aqueles que como militares em guerra te apedrejam pelos "erros", que como armas carregadas atiram palavras na cara, mas nem eles mesmos sabem os motivos que ali estão fazendo.
E por fim, tem os que fazem.
O corpo não acompanha mais os sentidos, nem a luz que cega está ali pra guiar, desacreditada sigo assim... uns são meus, outros não, uns seguem comigo, outros seguem sem mim, e também, há os que me seguem, e outros que são a luz que me cega.
domingo, 13 de dezembro de 2009
"E foste um difícil começo
Afasto o que não conheço
E quem vende outro sonho feliz de cidade
Aprende depressa a chamar-te de realidade
Porque és o avesso do avesso do avesso do avesso"
(Caetano Veloso)
Das duras poesias que leio
dos tapas, palavras que vejo.
Um soco na alma, então,
e penso comigo mesma,
se saio ou se fico na mesma,
se paro, se sigo em frente,
se digo a verdade enquanto todos mentem,
se digo te amo ou te quero,
se tu queres também,
mais outro alguém,
e comigo,
amigo, peço
Fica na tua,
se desfaço o recomeço me perco,
se procuro eu acho e choro,
só imploro, imploro,
me deixe,
pois a fraqueza do laço que aperto,
não tem nó, ainda assim é incerto
e guardo junto do peito,
meu leito, minha morte,
que sorte,
um amor sem fim, e não é meu.
Longe daqui está ele,
e vou-me embora para lá,
onde poderei ser você,
assim como você é para alguém.
Afasto o que não conheço
E quem vende outro sonho feliz de cidade
Aprende depressa a chamar-te de realidade
Porque és o avesso do avesso do avesso do avesso"
(Caetano Veloso)
Das duras poesias que leio
dos tapas, palavras que vejo.
Um soco na alma, então,
e penso comigo mesma,
se saio ou se fico na mesma,
se paro, se sigo em frente,
se digo a verdade enquanto todos mentem,
se digo te amo ou te quero,
se tu queres também,
mais outro alguém,
e comigo,
amigo, peço
Fica na tua,
se desfaço o recomeço me perco,
se procuro eu acho e choro,
só imploro, imploro,
me deixe,
pois a fraqueza do laço que aperto,
não tem nó, ainda assim é incerto
e guardo junto do peito,
meu leito, minha morte,
que sorte,
um amor sem fim, e não é meu.
Longe daqui está ele,
e vou-me embora para lá,
onde poderei ser você,
assim como você é para alguém.
sábado, 12 de dezembro de 2009

"Flores não precisam ser somente olhadas, flores também gostam de ser arrancadas quando se tem admiração, também gostam de enfeitar os olhos de quem as ama mesmo que esteja num jarro pútrido...
se for por um bom propósito
sempre é válido..
se for por um bom propósito
sempre é válido..
arranque as rosas...
as flores não falam... elas esperam que venha alguém e que as recolha
ou que pise nelas.."
"Me puxa,
me arranca,
me arranha,
me rega,
me pega,
me ganha!
Me tenha,
me venha,
me colha,
me pise,
me olhe,
me molhe,
me colhe,
me cheira,
me queira."
Rosa Vermelha
"Sou rosa vermelha que se cuida e se cheira,
No desaguar das gotas de amor,
O vapor da lareira no inverno
a brisa fria do verão no calor,
O canto, o pranto da diva,
nas noites de solidão,
Sou o palco, o aplauso a Lira
que encanta os deuses na doce canção,
a dor de quem ama e sofre
o cofre que guarda rancor
sou prece,
sou vingança,
maldição,
na sensibilidade de uma...flor."
No desaguar das gotas de amor,
O vapor da lareira no inverno
a brisa fria do verão no calor,
O canto, o pranto da diva,
nas noites de solidão,
Sou o palco, o aplauso a Lira
que encanta os deuses na doce canção,
a dor de quem ama e sofre
o cofre que guarda rancor
sou prece,
sou vingança,
maldição,
na sensibilidade de uma...flor."
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
aDORmecer com você
"Enquanto o galo canta,
à tarde a colega manda e desmanda,
Tu está por aí a vadiar!
De tarde quando a brisa é fria,
o moço da fruteira assovia,
estás com teu violão a tocar.
À tardinha quando estás com uma gente,
quando pensas que não sei que mente,
estou então, à te esperar.
À noite quando somos nós dois,
fica isso pra depois,
e pra ontem o AMAR.
Quando estou AQUI escrevendo,
e tu do meu lado, eu te vendo roncar...!
Me dá ânsia, mas uma ânsia...
de pegar tuas malas,
junto às tuas duas caras,
E com um riso te abandonar.
Agora, enquanto tu dormia
Com alguém eu sorria,
e tu, estava a sonhar...
E agora?! Eu sonho, e penso,
E te olho, apenas a suspirar
e suspirar...
Isso fere, mas... confere!
(Não mais)
Espere..."
à tarde a colega manda e desmanda,
Tu está por aí a vadiar!
De tarde quando a brisa é fria,
o moço da fruteira assovia,
estás com teu violão a tocar.
À tardinha quando estás com uma gente,
quando pensas que não sei que mente,
estou então, à te esperar.
À noite quando somos nós dois,
fica isso pra depois,
e pra ontem o AMAR.
Quando estou AQUI escrevendo,
e tu do meu lado, eu te vendo roncar...!
Me dá ânsia, mas uma ânsia...
de pegar tuas malas,
junto às tuas duas caras,
E com um riso te abandonar.
Agora, enquanto tu dormia
Com alguém eu sorria,
e tu, estava a sonhar...
E agora?! Eu sonho, e penso,
E te olho, apenas a suspirar
e suspirar...
Isso fere, mas... confere!
(Não mais)
Espere..."
VAI TOMA NO TEU CU MERDA FICA VENDO AS COISAS QUE EU TO FAZENDO
NÃO DÁ NEM PRA ENTRAR NO REDTUBE EM PAZ VAI TE FUDER
AhuAHUahAUHUAhua
EU VIM DESLIGA
Vou postar isso. eu escrevendo poesia e te mandando tomar no cu, que lindo!
uaAuhauHAuuaHUAhuahUA
ebuceta
hhahahha e tu só sabe rir!!!! MALDIÇÃO.
NTÃA O XAU
NÃO VOU POSTAR ISSO,
SOME!
(Meu irmão retardado no outro pc, com as porcarias de vírus dele, acho que queimei meu filme, mas em todo caso, ta aí, e ah, eu não entro no RedTube.)
NÃO DÁ NEM PRA ENTRAR NO REDTUBE EM PAZ VAI TE FUDER
AhuAHUahAUHUAhua
EU VIM DESLIGA
Vou postar isso. eu escrevendo poesia e te mandando tomar no cu, que lindo!
uaAuhauHAuuaHUAhuahUA
ebuceta
hhahahha e tu só sabe rir!!!! MALDIÇÃO.
NTÃA O XAU
NÃO VOU POSTAR ISSO,
SOME!
(Meu irmão retardado no outro pc, com as porcarias de vírus dele, acho que queimei meu filme, mas em todo caso, ta aí, e ah, eu não entro no RedTube.)
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
"Não sou roupa para ser dobrada
Desconfiança faz parte de mim,
E parte da lembrança que me corta
Daquele que me causou fim."
E fixamente disse à ela: "Ve se volta pra esse mundo"
"Esse mundo não me agrada, eu desgosto todo o iMUNDO, se pudesse nem voltava... se pudesse num segundo..."
Só queria estar só
Mas contigo não consigo
Estar só, contigo
comigo conosco, com eles...
Desconfiança faz parte de mim,
E parte da lembrança que me corta
Daquele que me causou fim."
E fixamente disse à ela: "Ve se volta pra esse mundo"
"Esse mundo não me agrada, eu desgosto todo o iMUNDO, se pudesse nem voltava... se pudesse num segundo..."
Só queria estar só
Mas contigo não consigo
Estar só, contigo
comigo conosco, com eles...
sábado, 14 de novembro de 2009
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
A♠
"Estou te odiando.E como eu amo te odiar!
Estou amando... o ódio!
Como é bom esse "amar"!
O teu cheiro... o cheiro da tua comida...
Tem as cores do ódio,

da cor dessa ferida!
Tua pele... teu perfume,
Era tudo que eu mandaria pro inferno!
É a solidão de um falso amor,
com resquício de inverno!
Tão frio e lascivo,
úmido, quente, sarcástico...
Tão cheio de nada
E ao mesmo tempo, fantástico!
E como eu piso...
E me pisa... (durante e depois)
Contorce distorcido,
O amor do "apenas dois"
A sede da língua
A espera (que dilacera) do toque, virá?
Pode ser, ou não,
Quem de novo há de julgar?
É desconfiado e combinado, limpo,
Como um jogo de cartas.
A proposta jogada na mesa,
Aguardando com fervor o ÀS DE ESPADAS.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Mantenha distância.
Bom, to indo pra minha aula, afinal porquê eu deveria postar aqui hoje? Eu to irritada pra caralho, e não sei quem vai levar. Fiquem longe.
Primeiro de Outubro do dia 25
"Hoje eu decidi,
apenas escrever,
que desisti, desisti de você.
Pode ser TUDO ou apenas
uma frase cliché,
mas o sublinhado
de hoje
é que em meio ao nado do nada
a minha tão, e pensada
frase-
pra te dar é NÃO.
Malditos sejam esses olhos castanhos.
Maldito seja esse teu amor livre,
maldito seja!
Sem rima, SEM DROGA NENHUMA!"
apenas escrever,
que desisti, desisti de você.
Pode ser TUDO ou apenas
uma frase cliché,
mas o sublinhado
de hoje
é que em meio ao nado do nada
a minha tão, e pensada
frase-
pra te dar é NÃO.
Malditos sejam esses olhos castanhos.
Maldito seja esse teu amor livre,
maldito seja!
Sem rima, SEM DROGA NENHUMA!"
sábado, 12 de setembro de 2009
Bom. Estou à caminho de Pelotas, numa excursão, meio contrariada.. não ando tendo bons pessentimentos e isso me causa medo, essa noite tive um pesadelo com uma picada de aranha, no qual no meio do caminho do hospital eu desmaiei, apaguei mas segui consciente pensando "morrer não é tão ruim, é até bem tranquilo", mas eu acordei três vezes preocupada e com uma angústia terrível... eu to lutando pra ir, mas to com muito medo, todos sabem que 13 é o meu número, mas espero que 13 não se torne uma data de desespero pra mim... to com medo sim... está chovendo... e eu ... com medo. E não costumo ter medo.
sábado, 5 de setembro de 2009
"Olhe para suas botasvermelhas de sangue,
Olhe para suas botas, ande!
O que você vê?
Minhas esperanças mortas,
Meu sustento enforcado em uma corda,
Tudo isso é bom pra você?
Olhe pra si mesmo no espelho,
Com toda essa fúria
O que você enxerga?
Seu rosto miserável e impotente,
Você quis esta guerra, porém,
Não chega aos pés do meu olhar imponente.
PORQUÊ?
Eu não entendo?
A fidelidade do que aprendi?
Que finalidade, porquê,
Isso acaba ASSIM, por aqui?
Só aviso, que o mundo,
Mesmo imundo sempre nota,
A sujeira e o vagabundo,
E a justiça de uma forma brota,
Mas irei e seguirei,
Agora, mesmo pela metade,
Se tu me invade,
E me consome,
E acha que por fim está correto,
Enganado o tolo que o faz,
E no fim dá como certo,
Que pena tenho de nós, por tua ignorância
E por minha bondade,
Toda esta tolerância, tolera você,
Só não tolera maldade."
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Insanidade Destrutiva
"Que loucura! Hoje acordei que estava sonhada!
Pensei ter estado Num estado.. Acordada!
Que loucura!
Os meus céus estavam nas mãos
Só restava eu e a sombra minha!
Que não falava só me seguia!
Que loucura!
Quero sonhar!
Me sonhem desse acordar!
Sou lírio,colírio delírio!
Preciso voltar de onde vim.."
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
A fatia do pesar
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Tristessa
"A tristeza em si, renova,
Como um abraço,
logo acalma.
Tristeza e felicidade, possuem um elo,
Que juntamente completam a alma.
Creio que sofrer é necessário,
como o esforço da lagarta ao virar borboleta,
é como se fosse uma muleta,
Não a queremos, mas devemos,
nos apoiar nela para a melhora,
ora, a tristeza é um remédio,
para quem não é triste, e ainda assim,chora."
Como um abraço,
logo acalma.
Tristeza e felicidade, possuem um elo,
Que juntamente completam a alma.
Creio que sofrer é necessário,
como o esforço da lagarta ao virar borboleta,
é como se fosse uma muleta,
Não a queremos, mas devemos,
nos apoiar nela para a melhora,
ora, a tristeza é um remédio,
para quem não é triste, e ainda assim,chora."
VIM TE trazer um poema, E SEI Somente do meu descaso.
"- Não pertencemos mais ao mesmo bosque, agora eu pertenço à outro mundo, um mundo não mais colorido e cheio de estrelas, estou indo embora."
E Lira apunhalada canta, as canções da perdição e desencanto, no canto escuro e...
FIM.
Escute a música do texto :http://www.youtube.com/watch?v=gKDijdn3wNo
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
É ela! (Canção Maldita)
Piano som
"Que surpresa!O suspiro do canto!
Em meu pranto que se formou,
Foi a melodia do meu encanto,
que eu tanto...
Ele tocou!
"Se essa rua fosse minha"
Tornaria ela teu palco musical,
Onde haveriam dançarinas e rosas jogadas,
E serias TU o papel principal!
Um pesar... um alívio,
um...não sei!
Mas que importa agora,
Depois que o cantar das notas escutei!
Esses dedos singelos,
sensíveis,
Que trouxeram em parte, alegria,
eternizando a trilha chorosa,
afastando daqui, agonia.
E sento ao teu lado,
calado...
Saboreando o som do piano,
Minha esperança te diz, Obrigado!
embora a angústia esteja inflamando.
(Dedicado ao meu amigo Artur Cimirro)
Um canto sobre o Planeta.

"Me encontro em montanhas geladas,
Onde deito e exagero meu mundo,
Onde inundo uma vasta geleira,
E impero no mar do absurdo.
Enxugo o suor, lágrima das minhas mãos,
Onde outrora ofereceram carinho,
E suspiro,suspensa do mundo
encontrando o desencanto sozinho.
E junto dele, fuga infinita,
na procura incerta de mim,
Onde apenas UM Deus impera,
E só tenho a certeza INCERTA,
do início, meu meio e meu fim."
PARem

"-Peguem as laranjas! - gritou o menino gorduxo do boné surrado.
"-E escolham as mais pútridas! Quanto mais se fizer a podridão nesse manto falecido, esquecido ele se tornará! Mais ganharemos pontos em nosso ego, afinal, quem vai nos julgar?!"
"-PAREM COM ISSO!" - gritava em si, deteriorando-se, a pequena Lira enchendo os olhos com inexistentes lágrimas, enfrentando tal ausência de romance.
Ao dançar nela, as laranjas, saltitavam em sua veste, e como uma peste em sua alma exalava, um aroma indefinido de perfume cítrico, com o perfumar de um odor cínico.
Ela precisava apenas do silêncio, de um jazigo, onde o mínimo que se pudesse oferecer fosse um instante de descanso esquecido.
"Vão embora do meu sepulcro, e levem consigo esse efêmero fervor! Não derramem aqui esse mau corrosivo, nesse meu largo templo de horror!"
Cansada então, desistiu. O tempo caminhou, se esqueceu, em meio aos restos dos protestos, ainda ali, permaneceu.
E enloqueceu.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
15 de outubro de 1989
E então, a linda mãezinha definiu Lira:
"Quando ela nasceu, percebi rapidamente, ainda no berçário, que era exigente determinada e sensível. Quando decidiu vir ao mundo, o fez em poucos minutos e quando a afastaram de mim, contrariando-a, chorava mais alto que todos os outros bebezinhos. O médico surpreendeu-se quando pedi que trouxesse minha filha que estava chorando muito.
Perguntou: "-Como sabes que é a tua filha?"
Era ela.
O choro era forte e exigente, o mesmo de quando chegou ao mundo. O médico trouxe-a surpreso e deito-a ao meu lado. Ela resmungou qualquer coisa em lingua de bebezinho e adormeceu, linda."
E ao terminar de ler, Lira chorou.
"Quando ela nasceu, percebi rapidamente, ainda no berçário, que era exigente determinada e sensível. Quando decidiu vir ao mundo, o fez em poucos minutos e quando a afastaram de mim, contrariando-a, chorava mais alto que todos os outros bebezinhos. O médico surpreendeu-se quando pedi que trouxesse minha filha que estava chorando muito.
Perguntou: "-Como sabes que é a tua filha?"
Era ela.
O choro era forte e exigente, o mesmo de quando chegou ao mundo. O médico trouxe-a surpreso e deito-a ao meu lado. Ela resmungou qualquer coisa em lingua de bebezinho e adormeceu, linda."
E ao terminar de ler, Lira chorou.
sábado, 1 de agosto de 2009
DELÍRIO.
"...Ela delirante envloveu então,
Nos seus braços a garrafa vazia,
Entornou palavras distintas,
E acolheu conselhos de bar,
Queria mais que simples palavras,
Talvez entender o que não sentia,
Talvez viver o calor das noites,
Ou talvez o que não podia.
O que influi nessa história
É que, então enlouqueceu.
Juntou o porquê dos não-sentidos
E carregou no peito seu.
Segurou em si então
Um sentimento de ternura,
Que embora um sentido charlatão,
A deixaria por horas, segura.
Exilada em paranóias,
Ali no chão se encontrava
A única certeza de toda noite
Era a garrafa que entornava.
Não haviam em si palavras
Não haviam nem conselhos,
Na verdade,não havia nada
Somente os lúcidos pesadelos..."
Nos seus braços a garrafa vazia,
Entornou palavras distintas,
E acolheu conselhos de bar,
Queria mais que simples palavras,
Talvez entender o que não sentia,
Talvez viver o calor das noites,
Ou talvez o que não podia.
O que influi nessa história
É que, então enlouqueceu.
Juntou o porquê dos não-sentidos
E carregou no peito seu.
Segurou em si então
Um sentimento de ternura,
Que embora um sentido charlatão,
A deixaria por horas, segura.
Exilada em paranóias,
Ali no chão se encontrava
A única certeza de toda noite
Era a garrafa que entornava.
Não haviam em si palavras
Não haviam nem conselhos,
Na verdade,não havia nada
Somente os lúcidos pesadelos..."
reVIVER
Michelle, estava só
Michelle, retornava ao pó,
O que tem michelle
Que esse nó
Não se dissolve,
Que esse amor não se resolve,
O que diz michelle
Nas noites que não são?
O que pensas michelle
Quando te perdes na canção?
Que palhaçada michelle!
Revive esse teu esplendor
Que tal alma não merece
Teu rancor
Não merece teu favor,
Não merece nada!
Michelle, retornava ao pó,
O que tem michelle
Que esse nó
Não se dissolve,
Que esse amor não se resolve,
O que diz michelle
Nas noites que não são?
O que pensas michelle
Quando te perdes na canção?
Que palhaçada michelle!
Revive esse teu esplendor
Que tal alma não merece
Teu rancor
Não merece teu favor,
Não merece nada!
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Um conto da decepção inacabada
Lira então apaixonou-se.
Mas não pelo cara das maçãs ou pelo anjo que antigamente balançava seu coração. Lira entregou a chama de seu peito ao cara da livraria que ficava no canto mais sombrio e longe da floresta, entregou ao cara que aparecia em dias onde o vento soprava congelante na face, nos dias impróprios, nos dias que, não.
Lira se deslumbrou com o brilho cegante que ele fazia questão de expor à todos,esse brilho que Lira antes apenas admirava de longe, ou admirava entre uma conversa perdida e esquecida durante um dia, o procurando a cada dia que passava, ela se entregava cada vez mais, e ele, o cara que saboreava palavras de outros caras, que compreendia,que se intrigava, que mastigava palavras e as lançava pra quem quisesse (e pra quem não quisesse) ouvir,
ele se mostrava cegante diante das pessoas, era impossível não notá-lo, não receber seu toque, não... estava no automático, era como se fosse uma mania, porém era essencial.
Mas ele não falava sobre dores, sobre as flores, apenas sobre perdas, apenas sobre o que foi. Não discutia o sentido das cores, não citava novos amores, apenas o que ficou.
Lira olhava atenciosamente seus gestos e sentia suas palavras acompanhando cada movimento com o cuidado de não se perder por aquelas mãos, tentava levar as palavras ao ouvidos, mas costurando sua atenção a cada suspiro, a cada minuto... a cada... Ele dançava as palavras em Lira, ele as tornava sentidas, e as tirava, e isso deteriorava cada pequena esperança de sentimento que Lira ainda tinha desde a vez que cravaram o punhal da mentira e da humilhação em seu doce peito de menina que ama.
Lira não dormia, para poder dar o máximo de atenção a cada conversa, a cada momento e a cada qualquer coisa que aquele pequeno tempo pudesse oferecer, estava ocupada demais em saber QUANDO e ONDE, em que HORAS.
Lira não se abatia, procuarava sempre entender, mesmo que esse entendimento fosse uma vasta frase de dor! Aquilo consumia Ela durante o pequeno tempo, o tempo que necessitava, e o tempo que restava, estar. Consumida pelo desejo de entender aquele rapaz que em horas se mostrava aberto e compreendido, e entre horas a fazia escutar palavras sobre outras mulheres, sobre outros saberes, sobre tudo, menos sobre ela. Decidiu caminhar pela extensa e gelada floresta a andar pelo seu lugar secreto, encontrando num grande rio a sabedoria do grande boi, o grande boi era um ser divino que se dispunha a ajudar qualquer pessoa que o quisesse bem e o fizesse entender, envolvido em chamas e sangue, poderia ajudar de vez, ou acabar de vez com as desconfianças e medos que abatiam qualquer ser, e agora ajudaria Lira e seu doce, porém frágil e fortemente consciente, coração.
A conversa fluiu como o nascimento de uma criança, fluiu como o amor recíproco, e suturou as amarguras e receios dela.
Saiu flamejante e saltitante ao encontro do grande leitor,na livraria da árvore. Ao vê-lo, ela sentia que estava tudo bem, que já não haviam mais desconfianças, ou semelhanças entre os dois, que as intenções eram as mais puras porém, inconscientes. Estava aceitando a situação, ele queria conversar. Ela então começou a longa conversa, entre palavras e palavras, entre se perder na falsa inocência daqueles olhos, ela compreendia, mas se afastava cada vez mais, porque as respostas geravam cada dez novas perguntas na sua cabeça ainda cunfusa. Até sentarem na árvore mais próxima, escutando a música dos pássaros noturnos, que pareciam não acompanhar a trilha sonora dos pensamentos dela, as coisas foram se tornando convenientes demais, e confusas,e confusas... Ela tentou abrir seu coração, mas o acidente que Lira sofreu quando criança, havia retirado uma certa parte de sua insensibilidade de demonstrar sentimentos, ela não conseguia falar.
Tentou por vezes, mas de nada adiantou, até, finalmente cantarolar em partes a sua dúvida.
Seus olhos se umedeceram de amargura ao lembrar de certos momentos, e se encheram de lágrimas de medo de negação.
Aquelas lágrimas geraram um grande sorriso do grande ouvinte, ele abraçou as mãos dela com carinho e falou palavras amigáveis porém, não desejadas.
E assim aconteceu.
O homem dos olhos que falavam, aquela suspeita negou. E negando ela, negou a si mesmo.
E negando a si mesmo, ele concluiu enfim as dúvidas dela, tornando mais uma vez uma nova dúvida. Só que Lira não fala mais, não expõe novamente seus medos, apenas escuta histórias debate, apenas o aquece em dia de frio, apenas faz com que uma chama possa ser o conforto dele por algumas horas, e ela apenas queria dizer:
Não há mais relação com a antiga maçã, Lira agora é uma mulher, e sabe o valor do que realmente vale ser mantido.
Não há passado, há apenas isso aqui dentro, se renovando a cada dia que passa e fazendo com que cresça uma chama mais viva e ardente mais pura e poderosa que uma simples paixão, o verdadeiro calor da AMIZADE.
Lira se deslumbrou com o brilho cegante que ele fazia questão de expor à todos,esse brilho que Lira antes apenas admirava de longe, ou admirava entre uma conversa perdida e esquecida durante um dia, o procurando a cada dia que passava, ela se entregava cada vez mais, e ele, o cara que saboreava palavras de outros caras, que compreendia,que se intrigava, que mastigava palavras e as lançava pra quem quisesse (e pra quem não quisesse) ouvir,
ele se mostrava cegante diante das pessoas, era impossível não notá-lo, não receber seu toque, não... estava no automático, era como se fosse uma mania, porém era essencial.
Mas ele não falava sobre dores, sobre as flores, apenas sobre perdas, apenas sobre o que foi. Não discutia o sentido das cores, não citava novos amores, apenas o que ficou.
Lira olhava atenciosamente seus gestos e sentia suas palavras acompanhando cada movimento com o cuidado de não se perder por aquelas mãos, tentava levar as palavras ao ouvidos, mas costurando sua atenção a cada suspiro, a cada minuto... a cada... Ele dançava as palavras em Lira, ele as tornava sentidas, e as tirava, e isso deteriorava cada pequena esperança de sentimento que Lira ainda tinha desde a vez que cravaram o punhal da mentira e da humilhação em seu doce peito de menina que ama.
Lira não dormia, para poder dar o máximo de atenção a cada conversa, a cada momento e a cada qualquer coisa que aquele pequeno tempo pudesse oferecer, estava ocupada demais em saber QUANDO e ONDE, em que HORAS.
Lira não se abatia, procuarava sempre entender, mesmo que esse entendimento fosse uma vasta frase de dor! Aquilo consumia Ela durante o pequeno tempo, o tempo que necessitava, e o tempo que restava, estar. Consumida pelo desejo de entender aquele rapaz que em horas se mostrava aberto e compreendido, e entre horas a fazia escutar palavras sobre outras mulheres, sobre outros saberes, sobre tudo, menos sobre ela. Decidiu caminhar pela extensa e gelada floresta a andar pelo seu lugar secreto, encontrando num grande rio a sabedoria do grande boi, o grande boi era um ser divino que se dispunha a ajudar qualquer pessoa que o quisesse bem e o fizesse entender, envolvido em chamas e sangue, poderia ajudar de vez, ou acabar de vez com as desconfianças e medos que abatiam qualquer ser, e agora ajudaria Lira e seu doce, porém frágil e fortemente consciente, coração.
A conversa fluiu como o nascimento de uma criança, fluiu como o amor recíproco, e suturou as amarguras e receios dela.
Saiu flamejante e saltitante ao encontro do grande leitor,na livraria da árvore. Ao vê-lo, ela sentia que estava tudo bem, que já não haviam mais desconfianças, ou semelhanças entre os dois, que as intenções eram as mais puras porém, inconscientes. Estava aceitando a situação, ele queria conversar. Ela então começou a longa conversa, entre palavras e palavras, entre se perder na falsa inocência daqueles olhos, ela compreendia, mas se afastava cada vez mais, porque as respostas geravam cada dez novas perguntas na sua cabeça ainda cunfusa. Até sentarem na árvore mais próxima, escutando a música dos pássaros noturnos, que pareciam não acompanhar a trilha sonora dos pensamentos dela, as coisas foram se tornando convenientes demais, e confusas,e confusas... Ela tentou abrir seu coração, mas o acidente que Lira sofreu quando criança, havia retirado uma certa parte de sua insensibilidade de demonstrar sentimentos, ela não conseguia falar.
Tentou por vezes, mas de nada adiantou, até, finalmente cantarolar em partes a sua dúvida.
Seus olhos se umedeceram de amargura ao lembrar de certos momentos, e se encheram de lágrimas de medo de negação.
Aquelas lágrimas geraram um grande sorriso do grande ouvinte, ele abraçou as mãos dela com carinho e falou palavras amigáveis porém, não desejadas.
E assim aconteceu.
O homem dos olhos que falavam, aquela suspeita negou. E negando ela, negou a si mesmo.
E negando a si mesmo, ele concluiu enfim as dúvidas dela, tornando mais uma vez uma nova dúvida. Só que Lira não fala mais, não expõe novamente seus medos, apenas escuta histórias debate, apenas o aquece em dia de frio, apenas faz com que uma chama possa ser o conforto dele por algumas horas, e ela apenas queria dizer:
Não há mais relação com a antiga maçã, Lira agora é uma mulher, e sabe o valor do que realmente vale ser mantido.
Não há passado, há apenas isso aqui dentro, se renovando a cada dia que passa e fazendo com que cresça uma chama mais viva e ardente mais pura e poderosa que uma simples paixão, o verdadeiro calor da AMIZADE.
Mas..
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Hoje de manhã, deitada na cama, choveu um mar de palavras na minha cabeça, se tivesse força naquela hora, anotaria tudo o que eu ouvi, mas pude pegar uma parte, e escrevi no meu celular, não sei de onde elas vem, mas quando vem, vêm com força, é um rio de palavras, absurdamente velozes que ficam constantemente girando na minha cabeça por um miuto, até dar tempo de escrevê - las ou deixar que vão embora.
"Não quero esse amor corrosivo,
Quero uma paixão inacabada,
Nada desse amor descabido,
Quero uma paixão inceniada,
Afinal o que é o amor sem paixão?
Faixada.
O que é a paixão sem amor?
Não é NADA."
Sabe, se parar pra analisar, são pensamentos, mas porquê eu penso poeticamente? Eu poderia apenas dizer " não quero amar, afinal ficar apaixonado é bom, se tu ama sem paixão é ruim, mas se tu se apaixona e ama, é um saco" não sei porquê penso assim, mas esse "assim" me conforta bem mais, as rimas são como pensamentos comuns, mas me faz tão bem ser assim...
"Não quero esse amor corrosivo,
Quero uma paixão inacabada,
Nada desse amor descabido,
Quero uma paixão inceniada,
Afinal o que é o amor sem paixão?
Faixada.
O que é a paixão sem amor?
Não é NADA."
Sabe, se parar pra analisar, são pensamentos, mas porquê eu penso poeticamente? Eu poderia apenas dizer " não quero amar, afinal ficar apaixonado é bom, se tu ama sem paixão é ruim, mas se tu se apaixona e ama, é um saco" não sei porquê penso assim, mas esse "assim" me conforta bem mais, as rimas são como pensamentos comuns, mas me faz tão bem ser assim...
"Coisas ruins acontecem...
E acabam virando poesia
Ainda bem que não são coisas
que me tornem talvez mais vazia.
tem angústia nas minha palavras,
mas o que seria delas sem nada?
Uma poesia boa é uma poesia sentimentalista
não uma palavra cimentada.
O canto poético da dor,
como toda experiência ruim traz
e renasce como uma bela flor,
mas no fundo da alma não dá paz,
O gosto do sofrimento,
traz enjôo e solidão,
nada que um gole de poemas não resolva
esse pesar da insatisfação,
não importa a simplicidade
tampouco a rima das palavras
o que importa é que a escuridão do meu peito
se tornem palavras belas e claras.."
Ainda bem que não são coisas
que me tornem talvez mais vazia.
tem angústia nas minha palavras,
mas o que seria delas sem nada?
Uma poesia boa é uma poesia sentimentalista
não uma palavra cimentada.
O canto poético da dor,
como toda experiência ruim traz
e renasce como uma bela flor,
mas no fundo da alma não dá paz,
O gosto do sofrimento,
traz enjôo e solidão,
nada que um gole de poemas não resolva
esse pesar da insatisfação,
não importa a simplicidade
tampouco a rima das palavras
o que importa é que a escuridão do meu peito
se tornem palavras belas e claras.."
Nem sempre como são.

Não há melhor maneira de se provar o incerto com o silêncio. Ele cala as expectativas, comprime os desejos e sacia as dúvidas. Mas infelizmente algumas pessoas tornam a simplicidade do conveniente um tanto quanto constrangedora, infelizmente às vezes essas pessoas são (eram) muito queridas, e continuarão sendo, certamente, mas com aquele pontinho de seriedade literalmente apagado, 5:57 da manhã, o ruído inesperado tocou, finalmente antes de eu estar aqui congelando, e tocou pra piorar. Estou segura agora, que o cheiro que eu senti era bastante agradável, porém não era perfume o suficiente pra me fazer sonhar ou delirar na cama, realmente em certas ocasiões me mostrei voluntariamente envergonhada, descobri que eu sou tímida e não apaixonada, realmente levei algo pra registrar num momento que eu sempre costumo presenciar, ultimamente, desde um outro texto eu venho bebendo pra ver se o sono me abate, é meio realista demais, meio desprazeroso demais... Realmente.. certos prazeres... A distância é realmente uma solução.
Não espere o meu ruído,
Não espere o meu chamado,
Não espere a minha música.
... e espero que um dia, essa noção de mal estar que foi causada em mim, tão de repente, duas vezes, cause uma certa vergonha, mas não, ainda não é tarde, e espero estar enganada à respeito de pessoas que eu acreditava poder confiar.
Fiquei tranquila, enfim, um peso a menos, me pareceu muito pequeno ao ponto que eu achava que não era, enfim, me enganei ou não? So esse alguém pode me responder.
Não espere o meu ruído,
Não espere o meu chamado,
Não espere a minha música.
... e espero que um dia, essa noção de mal estar que foi causada em mim, tão de repente, duas vezes, cause uma certa vergonha, mas não, ainda não é tarde, e espero estar enganada à respeito de pessoas que eu acreditava poder confiar.
Fiquei tranquila, enfim, um peso a menos, me pareceu muito pequeno ao ponto que eu achava que não era, enfim, me enganei ou não? So esse alguém pode me responder.
Hoje usei esta frase, ela resume até muito bem: "Do sublime ao ridículo, é apenas um passo." -Napoleão Bonaparte
Conclusão INconcluída
Infelizmente só pude voltar um dia depois, hahaha, pra concluir esse texto/diário que ineventei de fazer, concluindo o assunto do Michael e seu poder de persuasão, prefiro deixar o assunto pra outro momento, não estou muito poética hoje, aliás, estou até demais pra confessar... Se vocês soubessem o que eu estou escutando no momento, até o papa ia se converter ao satanismo. Felizmente não é pagode ou emoção barata, pelo contrário, são canções românticas. Pois é, minha cara Natália, desconheço sua face, desconheço seu espírito, nesse momento estou dividida e sentindo como se estivesse no meio de alguma coisa cercada por um nada. Infelizmente preciso, necessito, esconder as coisas que eu sinto... aqui seria meu refúgio... mas na medida que o tempo vai passando eu vou perdendo a liberdade aqui e sentindo como se meu cantinho tivesse sido descobertos por ogros e rebeldes que querem quebrar todas as minhas palavras e corrorer cada sensação que elas trazem... Vou terminar esta postagem, e começar uma nova, com um novo sentimento. Até a linha de cima.
sábado, 25 de julho de 2009
Bom,não esperem muito de mim hoje (nada) pois está fazendo -6 graus lá fora e estou com as mãos e o cérebro congelando. O que eu quero deixar aqui hoje são lembranças, lembranças pois hoje é um dia importante. Minha mamãe linda e maravilhosa está de aniversário, e o presente que eu quero deixar pra ela é apenas um texto gelado e limitado, mas feito com todo o carnho do mundo, hoje também é o aniversário de morte de Michael Jackson, não poderia deixar de citá-lo pois a "festa" de hoje foi regada às lágrimas da minha tia emotiva assistindo ao clipe you're not alone, confesso que coloquei o clipe justamente pra ver as lágrimas... Em homenagem à minha mãe, concluí com o clipe they don't care about us, gravado no brasil, pra selar a noite de alegria e trsitezas. Como esperado Michael foi a atração da noite, sendo ele,assunto principal, chegou gente, volto mais tarde.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Maria, amor.

"Maria, maria
tua força me encanta
maria, maria
o teu poder me levanta
maria, amor,
me reclusa da dor
alegria, maria,
me traz o teu nome
e não é qualquer homem,
que se apossa de ti.
me alegre, maria
me sustente, me envolva,
me carrega maria
me aqueça, me poupa,
maria amor
teu furor me conforta
tua afronta me guia
tua lei me envolta,
maria amor, te descobri muito tarde,
essa culpa me arde,
mas aquieta, enfim.
As marcas ficam maria,
na alma, na (falsa) calma
maria, tua falta
no meu peito esvaiu
meu sustento caiu
e não sei se ainda volta
mas que fica a revolta
e suplica justiça
da tua ida, maria
tua ausência maria,
minha solidão, maria
minha aflição, maria
meu coração, maria
meu tormento, maria
minha solução,maria."
tua força me encanta
maria, maria
o teu poder me levanta
maria, amor,
me reclusa da dor
alegria, maria,
me traz o teu nome
e não é qualquer homem,
que se apossa de ti.
me alegre, maria
me sustente, me envolva,
me carrega maria
me aqueça, me poupa,
maria amor
teu furor me conforta
tua afronta me guia
tua lei me envolta,
maria amor, te descobri muito tarde,
essa culpa me arde,
mas aquieta, enfim.
As marcas ficam maria,
na alma, na (falsa) calma
maria, tua falta
no meu peito esvaiu
meu sustento caiu
e não sei se ainda volta
mas que fica a revolta
e suplica justiça
da tua ida, maria
tua ausência maria,
minha solidão, maria
minha aflição, maria
meu coração, maria
meu tormento, maria
minha solução,maria."
terça-feira, 7 de julho de 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Se tudo fosse bom..
Se todo batom fosse rosa,
As mais festeiras apagariam sua cor.
Se toda rosa fosse vermelha,
Se desvendaria a surpresa de amor.
Se todo doce fosse branquinho,
Talvez não houvesse sabor.
Se toda música não existisse,
talvez não existisse paixão.
Se as pessoas não insistissem,
Talvez não houvesse razão.
Se o mundo inteiro sorrise,
Talvez não existisse depressão.
Se o amor não existisse...
Minha poesia seria apenas uma reclamação..
As mais festeiras apagariam sua cor.
Se toda rosa fosse vermelha,
Se desvendaria a surpresa de amor.
Se todo doce fosse branquinho,
Talvez não houvesse sabor.
Se toda música não existisse,
talvez não existisse paixão.
Se as pessoas não insistissem,
Talvez não houvesse razão.
Se o mundo inteiro sorrise,
Talvez não existisse depressão.
Se o amor não existisse...
Minha poesia seria apenas uma reclamação..
Hoje as letras são maiúsculas.
"Procuro no tempo uma ajuda,
Enquanto o tormento me assombra,
Enquanto a solidão procura,
Enquandto o medo me afronta,
Enquanto mastigo dizeres,
Enquanto procuro saber,
Enquanto procuro o tudo,
Sem nada poder fazer.
Eu luto,reluto, discuto,
Me lanço, me jogo,
Não alcanço.
Me furto, me curto me ouço,
Me odeio, me freio, me como.
Instigo, persigo à mim mesma,
Como caçador que caça sua presa
Demoro, reviro, me mordo
Me maltrato me julgo, me movo,
Me viro de um lado pro outro,
E nada consigo achar,
Não quero tu, ele ou ela,
Quero apenas me encontrar."
Enquanto o tormento me assombra,
Enquanto a solidão procura,
Enquandto o medo me afronta,
Enquanto mastigo dizeres,
Enquanto procuro saber,
Enquanto procuro o tudo,
Sem nada poder fazer.
Eu luto,reluto, discuto,
Me lanço, me jogo,
Não alcanço.
Me furto, me curto me ouço,
Me odeio, me freio, me como.
Instigo, persigo à mim mesma,
Como caçador que caça sua presa
Demoro, reviro, me mordo
Me maltrato me julgo, me movo,
Me viro de um lado pro outro,
E nada consigo achar,
Não quero tu, ele ou ela,
Quero apenas me encontrar."
quarta-feira, 24 de junho de 2009
I'ts a MIDLIFE CRISES!!!!!!!!!!!!
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Canto da decepção

"Oh canto fúnebre que embala,
As noites de quem ficou!
Oh canto lúgubre que exala
Um odor pútrido de falso amor!
Canto Florescido das cavernas
Dos abismos e do caos
Canto escuro das donzelas
Dos ladrões,
E homens maus.
Melodia insaciável
Melodia onipotente
Achas que embala mesmo
As noites de todos aqui presentes?
Canção suja, canção triste,
Inexistente ao nosso ver
Mas que existe no teu peito
E vem chegando devagar,
Com a vontade feroz de querer
A felicidade devorar."
As noites de quem ficou!
Oh canto lúgubre que exala
Um odor pútrido de falso amor!
Canto Florescido das cavernas
Dos abismos e do caos
Canto escuro das donzelas
Dos ladrões,
E homens maus.
Melodia insaciável
Melodia onipotente
Achas que embala mesmo
As noites de todos aqui presentes?
Canção suja, canção triste,
Inexistente ao nosso ver
Mas que existe no teu peito
E vem chegando devagar,
Com a vontade feroz de querer
A felicidade devorar."
Decepção
-Nãããããooooooooooooooooooo, porquê diabos aconteceu comigo?????????
-Calma Lira querida, confie em mim,sou seu amigo!
-Que bom que tenho você do meu lado! Assim pelo menos me sinto um ser mais amado!
-Que bom que te faço bem! Te quero muito feliz também!Nós dividimos nossas mágoas, nossos amores, dividimos entre nossa amizade todas as dores! Te tenho como irmã, do meu peito e da fonte que me cerca, do infinito do meu amor, como um rio que nunca seca!
-Entre tristezas e tanta falta de caráter, tenho à ti meu amigo, toda luz e o poder de amor, que sob ou sobre forma alguma, de todos teus erros eu não guardo sequer um rancor!
-Calma Lira, querida, pequena flor! Deite em meu peito e sinta o tamanho do meu amor!
Suspirava a cada encanto, na magia daquela amizade, tão curta e tão vivida, que aparentava ter mais idade, como um infinito existente, tão antigo quanto o vento frio ou o calor... Acreditava-se que aquilo era eterno amor.
Até que Lira em seu pranto, aliviou-se numa conversa, foi tentando amenizar sua dor, com muita calma, e pouca pressa, desiludida e enganada... esperava uma resposta, do seu amigo tão querido... mas recebeu uma infiel proposta. Foi lendo suas palavras e enojando, como outrora aconteceu, com um antigo amor que Lira... acabou que se perdeu... perdeu então seu amigo.. talvez por noites ou em todo sempre... não sabe lira se vai ou se fica... mas sabe que agora que o coração, da humanidade é apenas um, uma sacola de lixo onde guardam toda a podridão e qualquer ALGUM.
-Calma Lira querida, confie em mim,sou seu amigo!
-Que bom que tenho você do meu lado! Assim pelo menos me sinto um ser mais amado!
-Que bom que te faço bem! Te quero muito feliz também!Nós dividimos nossas mágoas, nossos amores, dividimos entre nossa amizade todas as dores! Te tenho como irmã, do meu peito e da fonte que me cerca, do infinito do meu amor, como um rio que nunca seca!
-Entre tristezas e tanta falta de caráter, tenho à ti meu amigo, toda luz e o poder de amor, que sob ou sobre forma alguma, de todos teus erros eu não guardo sequer um rancor!
-Calma Lira, querida, pequena flor! Deite em meu peito e sinta o tamanho do meu amor!
Suspirava a cada encanto, na magia daquela amizade, tão curta e tão vivida, que aparentava ter mais idade, como um infinito existente, tão antigo quanto o vento frio ou o calor... Acreditava-se que aquilo era eterno amor.
Até que Lira em seu pranto, aliviou-se numa conversa, foi tentando amenizar sua dor, com muita calma, e pouca pressa, desiludida e enganada... esperava uma resposta, do seu amigo tão querido... mas recebeu uma infiel proposta. Foi lendo suas palavras e enojando, como outrora aconteceu, com um antigo amor que Lira... acabou que se perdeu... perdeu então seu amigo.. talvez por noites ou em todo sempre... não sabe lira se vai ou se fica... mas sabe que agora que o coração, da humanidade é apenas um, uma sacola de lixo onde guardam toda a podridão e qualquer ALGUM.
Eu sabia.
Psiu...
Eu sabia...
Que tu ia...
Por aqui passar....
Também sabia...
que o meu texto... iria encontrar...
ei, está quase na hora.
Eu sabia...
Que tu ia...
Por aqui passar....
Também sabia...
que o meu texto... iria encontrar...
ei, está quase na hora.
aUhu!
O que fazer... quando recordo o impossível?
O que fazer quando o que se quer é inacessível?
O que pensar quando não dá pra ver... o que se quer saber?
O que fazer quando se tem vontade e não dá pra...?
esconder?
hahahahhahahah =)))))
tomou conta de mim já. desculpem-me.
O que fazer quando o que se quer é inacessível?
O que pensar quando não dá pra ver... o que se quer saber?
O que fazer quando se tem vontade e não dá pra...?
esconder?
hahahahhahahah =)))))
tomou conta de mim já. desculpem-me.
Um pássaro lapidado numa pedra...
"E outra. Não é pintado, é lapidado. As pessoas são lapidadas na pedra em forma de ovo. Mas isso não modifica o peso da pedra... só torna ela mais detalhada."
Shirinfunfly
-Ohhhmyfuckingballs..
- OhYeah! This GREAT!
-(???)
Compreendes filósofo?
elementar meu caro sapo, elementar.
Shirinfunfly
-Ohhhmyfuckingballs..
- OhYeah! This GREAT!
-(???)
Compreendes filósofo?
elementar meu caro sapo, elementar.
domingo, 21 de junho de 2009
P.N.K. queres ajuda?
Você espera uma resposta,
Como quem espera um grande amor?
Você aceita qualquer prosposta,
com medo sentir dor?
Você se joga de verdade,
quando quer alcançar alguém?
Ou você fica parado esperando,
O amor de ninguém?
Você vive com um grande,
sentimento de alegria?
Ou por onde você passa
causa dor e agonia?
Você faz muitas perguntas,
e não se pergunta o porquê?
Você acha mesmo que conhece o que está em mim?
Mal conhece você.
Como quem espera um grande amor?
Você aceita qualquer prosposta,
com medo sentir dor?
Você se joga de verdade,
quando quer alcançar alguém?
Ou você fica parado esperando,
O amor de ninguém?
Você vive com um grande,
sentimento de alegria?
Ou por onde você passa
causa dor e agonia?
Você faz muitas perguntas,
e não se pergunta o porquê?
Você acha mesmo que conhece o que está em mim?
Mal conhece você.
Para mim.
Eu quero.
Eu espero.
Não querer.
Eu não quero.
É sincero,
em toda forma de poder.
Eu vejo,
eu desejo,
embora não possa ver.
Não toco,
Evito.
Mas...quem há de me prender?
Eu sinto,
o absurdo
em toda sua forma e caos,
reviro, suspiro
mas embora toda força,
Se torne fria e me contorça,
me mova com sentimentos maus.
Desejo... iludir...
compreendes?
desejo o engano do amor
para esses pobres e vadios...
corações doentes.
E que se percam no rancor,
Em todas suas vertentes.
E TENHO DITO.
Eu espero.
Não querer.
Eu não quero.
É sincero,
em toda forma de poder.
Eu vejo,
eu desejo,
embora não possa ver.
Não toco,
Evito.
Mas...quem há de me prender?
Eu sinto,
o absurdo
em toda sua forma e caos,
reviro, suspiro
mas embora toda força,
Se torne fria e me contorça,
me mova com sentimentos maus.
Desejo... iludir...
compreendes?
desejo o engano do amor
para esses pobres e vadios...
corações doentes.
E que se percam no rancor,
Em todas suas vertentes.
E TENHO DITO.
terça-feira, 16 de junho de 2009
Gessinger.
"Se eu tivesse a força que você pensa que eu tenho, eu gravaria no metal da minha pele o teu desenho..."
"Se você me der 3 minutos vai entender o que eu sinto,eu não sou santo, mas não minto..."
"Eu que não fumo, queria um cigarro, eu que não amo você, envelheci dez anos ou mais, nesse último mês... eu que não bebo, pedi um conhaque pra enfrentar o inverno..."
"Não vou agora, não: não quero te encontrar, preciso me perder como preciso de ar..."
"Eu não preciso que ninguém me diga se é pra brigar ou pra fugir da briga, eu não preciso que ninguém me siga (até duvido que alguém consiga)..."
"Se você me der 3 minutos vai entender o que eu sinto,eu não sou santo, mas não minto..."
"Eu que não fumo, queria um cigarro, eu que não amo você, envelheci dez anos ou mais, nesse último mês... eu que não bebo, pedi um conhaque pra enfrentar o inverno..."
"Não vou agora, não: não quero te encontrar, preciso me perder como preciso de ar..."
"Eu não preciso que ninguém me diga se é pra brigar ou pra fugir da briga, eu não preciso que ninguém me siga (até duvido que alguém consiga)..."
domingo, 14 de junho de 2009
três pontinhos... me resuma.
"..resuma as flores na minha vida.. e você saberá o que estou sentindo... aliviada penso e sinto... um novo amor ressurgindo.."
sábado, 13 de junho de 2009
13.
13 na janela
13 na placa do carro
13 na tela do computador
13 pintado na parede
13 horas
13 minutos
13 faixas do cd
13 músicas
13 amores
13 datas
13 defeitos
quanto 13.. eu fico puta da cara... 13, 333, 33. Vou me tatuar. Não é porquê é um número legal ou um número místico, treze me trazem coisas boas e coisas péssimas, mas sempre trazem, ultimamente coisas desagradáveis, mas descartáveis. 13 continuará sendo sempre o treze, e as coincidências, apenas coincidências.
13 na placa do carro
13 na tela do computador
13 pintado na parede
13 horas
13 minutos
13 faixas do cd
13 músicas
13 amores
13 datas
13 defeitos
quanto 13.. eu fico puta da cara... 13, 333, 33. Vou me tatuar. Não é porquê é um número legal ou um número místico, treze me trazem coisas boas e coisas péssimas, mas sempre trazem, ultimamente coisas desagradáveis, mas descartáveis. 13 continuará sendo sempre o treze, e as coincidências, apenas coincidências.
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Dèja vu - Contos
Madrugada lúgubre, três horas. O espectro da brisa gelada cortava os vidros das silenciosas casas da rua. Eu, em longos e tortuosos passos tremidos, buscava calor e conforto em qualquer canto da cidade, mas de nada me adiantava a pressa enquanto o severo frio executava seu trabalho e acertava meu rosto como agudas facadas, eu precisava chegar logo em algum lugar. Decidi ir para casa. Todo aquele desconforto me desesperava, a cada passo enforcado que eu dava, fazendo com que a terra do chão úmido cravasse entreos desenhos do meu solado do coturno, cantando uma música desagradável e perturbante música "cra.. cra.. cra..", e o assovio do vento que passava por mim,cantante, despreocupado como se eu nem existisse para ele. De repente, subiu em mim uma súbita vontade de gritar, mas meu queixo estava paralisado pela gélida noite.. e aquela noite estava sendo um pesadelo. Quando eu estava à apenas alguns metros de casa, animada procurei apressar meus passos fazendo com que o frio se torna-se prazeiroso, já que logo eu estaria aquecida. Subia as escadas ofegantemente e peguei minha chave, entrei, e para minha surpresa minha casa estava mais fria que a maldita rua! Segui meu profundo desespero em cada peça da casa, como alguém, que está para morrer, procurei fogo, álcool, procurei vida, e NADA! Encontrei apenas o vazio do inverno recheado com meu desespero, penetrando em cada poro da minha pele! As paredes da minha casa tornaram-se de gelo, cobriram-se do teto ao chão para o meu pânico. Meu desespero estava desiquilibrado e eu já não tinha forças quando surtei pelo corredor escuro e bati minha cabeça. Acordei como se nada tivesse acontecido tropecei em longas escadas, que eu seguia a subir até encontrar uma sala, avistei uma lareira, minha face se tomou por um sorriso prazeiroso e fui ao encontro do fogo como alguém vai ao encontro de um antídoto, mas a lareira se deu por tomar a
forma de uma gigantesca e assombrosa garganta que cospia chamas ardentes, e que escoha agora fazer? Sem pensar corri até a grande chama e lancei meu corpo contra ela, fazendo nos tornar uma única substância. Acordei então, de súbito na frnte da lareira em uma casa, exasperada eofegante, repetindo inúmeras frases sem sentido,senti o quente de uma pequena pinha que queimava perto dos meus pés e de repente, aliviei meus pensamentos. "Era apenas um doloso pesadelo!" - logo penso eu - Olhei pro lado e meu companheiro de "viagem" me sorriu, chamando pelo apelido. Contei-lhe o sonho, e ele como escritor, imaginou uma grande aventura tomada por fantasia, e começou a falar enquanto eu vestia minha mata vermellho-sangue, ele falava, imitava e eu pegava minhas coisas, fui saindo daquele lugar, meio desordenada enquanto observava ele, nop meio da sala gesticulando grandes inventos e aventuras, conversando.. com o calor do ar... sozinho. O deixei em paz com as suas loucuras, prometendo voltar, desci todas as escadas , feliz e apressada abri a porta do apartamento, o frio era cortante, mas eu estava feliz por te me livrado do "sonho",e ter saído da casa daquele maluco. Comecei a percorrei o caminho com longos e felizes passos, até eles começarem a se tornar curtos e delirantes, as cores estavam ofuscadas pela neblina, logo o chão molhado.. e a rua era escura... o espectro da brisa gelada cortava os vidros das silenciosas casas da rua. Eu, em longos e tortuosos passos tremidos, buscava calor e conforto em qualquer canto da cidade, mas de nada me adiantava a pressa enquanto o severo frio executava seu trabalho e acertava meu rosto como agudas facadas, eu precisava chegar logo em algum lugar, decidi ir para casa. Todo aquele desconforto me desesperava, a cada passo enforcado que eu dava, fazendo com que a terra do chão úmido cravasse entreos desenhos do meu solado do coturno, cantando uma música desagradável e perturbante música "cra.. cra.. cra.."... Mas... "Isso já..." fui despertada do frio por um pequeno Dèja vu*... que foi se mostrando complexo a cada passo que eu dava e a cada coincidência que marcava, começava a entrar em pânico, chegeui na minha rua e corri até as escadas da minha casa e "novamente" encontrei as paredes da minha casa... congeladas! Voltei três passos para trás e saí correndo daquele lugar, decidi fazer diferente desta vez e me livrar quem sabe, do real pesadelo. Decidi optar pela casa do louco sonhador, onde encontrei a porta entreaberta, meio acanhada, como se fosse um convite para entrar, subi novamente as malditas e longas escadas e tranquei a porta quando virando-me lentamente, e num sorriso assustado e forçado falei: "Imagine que agora.." Meus olhos se chocaram com uma grande chama, a ponto de eu perder meu equilíbrio, quando me deparei com a lareira em forma de garganta.. com a grande chama me esperando, largando suas ardentes chamas. Decido então "novamente" me entregar à ela, e percebo pouco antes, que fugir não só é desnecessário, quanto é inevitável o acontecimento...
*Déjà vu é usualmente pensado como uma impressão de já ter visto ou experimentado algo antes, que aparentemente está a ser experimentado pela primeira vez. Se assumirmos que a experiência é na verdade uma recordação, então o déjà vu ocorre provavelmente porque uma experiência original não foi completamente codificada. Nesse caso parece provável que a situação presente dispare a recordação de um fragmento do passado que se baseia numa experiência real mas de que temos apenas uma memória vaga. A experiência pode ser perturbadora, principalmente se a memória está tão fragmentada que não há conexões fortes entre esse fragmento e outras memórias ou nenhuma conexão consciente pode ser feita entre a situação atual e a memória implicita.
forma de uma gigantesca e assombrosa garganta que cospia chamas ardentes, e que escoha agora fazer? Sem pensar corri até a grande chama e lancei meu corpo contra ela, fazendo nos tornar uma única substância. Acordei então, de súbito na frnte da lareira em uma casa, exasperada eofegante, repetindo inúmeras frases sem sentido,senti o quente de uma pequena pinha que queimava perto dos meus pés e de repente, aliviei meus pensamentos. "Era apenas um doloso pesadelo!" - logo penso eu - Olhei pro lado e meu companheiro de "viagem" me sorriu, chamando pelo apelido. Contei-lhe o sonho, e ele como escritor, imaginou uma grande aventura tomada por fantasia, e começou a falar enquanto eu vestia minha mata vermellho-sangue, ele falava, imitava e eu pegava minhas coisas, fui saindo daquele lugar, meio desordenada enquanto observava ele, nop meio da sala gesticulando grandes inventos e aventuras, conversando.. com o calor do ar... sozinho. O deixei em paz com as suas loucuras, prometendo voltar, desci todas as escadas , feliz e apressada abri a porta do apartamento, o frio era cortante, mas eu estava feliz por te me livrado do "sonho",e ter saído da casa daquele maluco. Comecei a percorrei o caminho com longos e felizes passos, até eles começarem a se tornar curtos e delirantes, as cores estavam ofuscadas pela neblina, logo o chão molhado.. e a rua era escura... o espectro da brisa gelada cortava os vidros das silenciosas casas da rua. Eu, em longos e tortuosos passos tremidos, buscava calor e conforto em qualquer canto da cidade, mas de nada me adiantava a pressa enquanto o severo frio executava seu trabalho e acertava meu rosto como agudas facadas, eu precisava chegar logo em algum lugar, decidi ir para casa. Todo aquele desconforto me desesperava, a cada passo enforcado que eu dava, fazendo com que a terra do chão úmido cravasse entreos desenhos do meu solado do coturno, cantando uma música desagradável e perturbante música "cra.. cra.. cra.."... Mas... "Isso já..." fui despertada do frio por um pequeno Dèja vu*... que foi se mostrando complexo a cada passo que eu dava e a cada coincidência que marcava, começava a entrar em pânico, chegeui na minha rua e corri até as escadas da minha casa e "novamente" encontrei as paredes da minha casa... congeladas! Voltei três passos para trás e saí correndo daquele lugar, decidi fazer diferente desta vez e me livrar quem sabe, do real pesadelo. Decidi optar pela casa do louco sonhador, onde encontrei a porta entreaberta, meio acanhada, como se fosse um convite para entrar, subi novamente as malditas e longas escadas e tranquei a porta quando virando-me lentamente, e num sorriso assustado e forçado falei: "Imagine que agora.." Meus olhos se chocaram com uma grande chama, a ponto de eu perder meu equilíbrio, quando me deparei com a lareira em forma de garganta.. com a grande chama me esperando, largando suas ardentes chamas. Decido então "novamente" me entregar à ela, e percebo pouco antes, que fugir não só é desnecessário, quanto é inevitável o acontecimento...*Déjà vu é usualmente pensado como uma impressão de já ter visto ou experimentado algo antes, que aparentemente está a ser experimentado pela primeira vez. Se assumirmos que a experiência é na verdade uma recordação, então o déjà vu ocorre provavelmente porque uma experiência original não foi completamente codificada. Nesse caso parece provável que a situação presente dispare a recordação de um fragmento do passado que se baseia numa experiência real mas de que temos apenas uma memória vaga. A experiência pode ser perturbadora, principalmente se a memória está tão fragmentada que não há conexões fortes entre esse fragmento e outras memórias ou nenhuma conexão consciente pode ser feita entre a situação atual e a memória implicita.
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